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A Serra do Divisor como um tesouro de biodiversidade e potencial turístico ecológico na Amazônia

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Samuel Bryan

No extremo oeste do Brasil, escondido entre os limites do Acre e do Peru, encontra-se o Parque Nacional da Serra do Divisor. Esse paraíso amazônico é lar de uma biodiversidade única, com espécies endêmicas e ecossistemas de rara beleza. A região, que abrange a região do Vale do Juruá e pode ser acessada por barco, principalmente a partir da cidade de Mâncio Lima, tem se tornado famosa por atrair turistas de todo o mundo e, oferecendo passeios e belezas naturais fantásticas da região, também tem chamado a atenção de pesquisadores e naturalistas, potencializando um impressionante e rico turismo ecológico.

Paraíso amazônico é lar de biodiversidade única, com espécies endêmicas e ecossistemas de rara beleza. Foto: Pedro Devani/Secom

O parque, considerado uma das áreas mais ricas em biodiversidade do planeta, é um refúgio para a flora e fauna amazônica. Entre as espécies surpreendentes de pássaros estão o saíra-diamante, o beija-flor-de-cauda-dourada, o saíra-verde e a exclusiva choca-do-acre, além de serpentes raras e o sapo da família Ceratophrys, conhecido por sua forma peculiar que remete ao visual de personagens de jogos de videogame.

A combinação de paisagens deslumbrantes, populações tradicionais e riqueza biológica faz da Serra do Divisor um destino promissor para esse turismo especial.

Considerado uma das áreas mais ricas em biodiversidade do planeta, parque é refúgio para flora e fauna amazônica. Foto: Pedro Devani/Secom

A paixão por uma fauna única

Lucas Ramiro, biólogo e guia turístico, é um dos nomes que defende a promoção do turismo ecológico na Serra do Divisor. Nascido em Ubatuba (SP), encontrou no Acre uma nova paixão e um campo de estudo incomparável. Desde que assistiu a uma palestra, em 2017, sobre a biodiversidade amazônica, Lucas tem se dedicado a explorar e divulgar as belezas da região.

“Sou apaixonado por estudar animais e biodiversidade e aqui tive o prazer de encontrar um turismo com entusiasmo, com pessoas empenhadas em fazer crescer o potencial turístico da região. Também tive várias realizações profissionais, como encontrar algumas espécies, como o boto tucuxi e o boto cor-de-rosa”, relata Lucas. Além de guiar turistas, o biólogo também busca promover a conscientização ambiental, incentivando a preservação.

Lucas Ramiro, biólogo e guia turístico, defende promoção do turismo ecológico na Serra do Divisor. Foto: Pedro Devani/Secom

Acompanhado de um casal de naturalistas alemães, Lucas atua como guia e conta que montou um itinerário buscando atender as curiosidades dos turistas, preparando-os para ver espécies diversas, principalmente de anfíbios e serpentes.

“É uma experiência difícil de superar”, afirma Lucas, ao definir os dias vividos no Parque Nacional da Serra do Divisor. Ao contrário dos turistas que geralmente levantam ao nascer do sol e curtem os passeios tradicionais como o Buraco da Central e as incríveis cachoeiras da região, ele e seu grupo já se preparavam no início da madrugada com equipamentos de observação e lanternas especiais, para tentar visualizar ao máximo de espécies raras da região na beira do rio, ou acampando mata adentro.

Serra possui número sem igual de sapos exclusivos. Foto: Pedro Devani/Secom

Naturalistas alemães se encantam e destacam turismo consciente

O casal de alemães Stefanie Burggraf e Sebastian Moldenhauer representa o crescente interesse internacional pelo potencial da Serra do Divisor. Em sua segunda visita ao Brasil, optou por explorar a Amazônia de forma autêntica, evitando roteiros tradicionais e buscando uma experiência mais íntima com a natureza, destacando o potencial do local para o turismo ecológico e sustentável.

Atraídos pela imensidão da floresta amazônica e pela riqueza de sua fauna e flora, Stefanie e Sebastian percorreram mais de dez mil quilômetros desde a Alemanha para explorar as belezas da Serra do Divisor.

Alemã Stefanie fez questão de valorizar preservação ambiental encontrada na Amazônia brasileira. Foto: Pedro Devani/Secom

“Gostamos de experiências diretas com a natureza, de conhecer a gastronomia local e conversar com pessoas com perspectivas diferentes da nossa. Eu amo a Amazônia e adorei conhecer o Acre, foi uma descoberta marcante”, afirmou Stefanie, emocionada.

Os turistas justificaram a escolha por uma experiência diferenciada, optando desviar-se dos destinos turísticos mais populares e explorando áreas remotas e pouco conhecidas. “Escolhemos fugir do óbvio, evitando lugares lotados. Preferimos um turismo mais autônomo, que nos permita observar a vida selvagem e descobrir belezas ainda intocadas”, diz Sebastian.

Com experiência em viagens ecoturísticas a outros continentes, principalmente Ásia e África, Stefanie faz questão de valorizar a preservação ambiental encontrada na Amazônia brasileira. “Na América do Sul, percebemos maior cuidado com a proteção da natureza. Em outros lugares, como na Ásia, nos deparamos com muitas áreas degradadas. Aqui, no entanto, é diferente: há mais verde, mais árvores e uma biodiversidade impressionante”, ressalta.

Stefanie Burggraf e Sebastian Moldenhauer representam crescente interesse internacional pelo potencial da Serra do Divisor.  Foto: Pedro Devani/Secom

Além da beleza natural, o casal também menciona o acolhimento caloroso dos brasileiros. “O povo brasileiro é tão receptivo e amigável que torna a experiência ainda mais especial. A Amazônia é fascinante, e estamos encantados com o Acre. Definitivamente voltaremos, porque amamos conhecer este lugar tão singular”, promete Stefanie.

A visita do casal reforça o potencial do Parque Nacional da Serra do Divisor como destino de turismo sustentável e biológico. Experiências como a deles evidenciam a importância de preservar esse patrimônio natural, promovendo um turismo consciente e valorizando a riqueza única da Amazônia.

Conectando visitantes à natureza

Biólogo e guia especializado, Rafael Almeida atua como um verdadeiro guardião da biodiversidade local, conectando turistas e pesquisadores a experiências únicas em meio à riqueza natural do Acre.

Biólogo e guia especializado, Rafael Almeida atua como verdadeiro guardião da biodiversidade local. Foto: Pedro Devani/Secom

Servidor da Secretaria de Saúde do Acre em Cruzeiro do Sul, Rafael alia a formação acadêmica ao trabalho prático no campo. Seu conhecimento sobre espécies raras e endêmicas, como o sapo colorido Ameerega hahneli, torna-o uma referência para naturalistas e entusiastas da vida selvagem.

“Esta região é reconhecida por sua biodiversidade única, com animais e plantas que só existem aqui. Esse potencial é imenso, principalmente para atrair naturalistas, pesquisadores e observadores de fauna”, destacou.

A trajetória de Rafael como guia começou de forma inusitada. Apaixonado por herpetologia (ciência que estuda anfíbios e répteis), ele compartilhava suas descobertas sobre serpentes e outros animais nas redes sociais, o que chamou a atenção de observadores internacionais. Foi assim que recebeu o convite para guiar Stefanie  e Sebastian.

A Serra do Divisor é reconhecida por sua biodiversidade única, com animais e plantas que só existem na região. Foto: Pedro Devani/Secom

“Eles não queriam apenas cachoeiras ou paisagens, mas algo mais específico: ver sapos coloridos, serpentes e aves raras. Foi um desafio que aceitei com muita responsabilidade, e essa experiência reforçou meu papel como guia especializado em fauna”, relembra Rafael.

Para atender a esse perfil de visitante, é necessário investir em conhecimento técnico: “Os turistas esperam saber o nome científico, o popular e até a ecologia das espécies. Isso exige um trabalho muito mais detalhado e especializado”.

Rafael vê na Serra do Divisor um potencial ainda em avanço para o desenvolvimento do turismo sustentável. E acredita que iniciativas focadas na biodiversidade podem transformar a região em um polo global para a conservação e educação ambiental.

Na fronteira do Brasil com Peru, Serra do Divisor tem potencial em desenvolvimento para turismo sustentável. Foto: Pedro Devani/Secom

“Locais como a Serra do Divisor podem atrair um público diversificado, desde observadores de aves até pessoas interessadas em espécies específicas, como sapos venenosos. Com investimentos em infraestrutura e capacitação de guias, a região pode se tornar referência mundial em turismo biológico”, afirma.

Oportunidades e cuidados

O turismo biológico na Serra do Divisor oferece uma experiência única de imersão na natureza, mas também exige um compromisso com a sustentabilidade. Regulamentações rigorosas garantem que as atividades turísticas não comprometam o ecossistema. Guias experientes e itinerários planejados são essenciais para minimizar impactos e maximizar a experiência dos visitantes.

Sob as regras de proteção para parques nacionais, que podem ser usados como atrações turísticas, a Serra do Divisor tem o potencial de se tornar um destino de destaque no turismo internacional. Além de gerar renda para a comunidade local, a atividade pode fortalecer os esforços de conservação e promover maior conscientização sobre a importância da Amazônia.

Grupo esteve na Serra do Divisor para vivenciar rica fauna local. Foto: Pedro Devani/Secom

O ecoturismo é uma forma de viajar que conecta o ser humano com a natureza de maneira profunda e significativa. Ao explorar ecossistemas diversos, como a floresta exuberante da Serra do Divisor, pode-se apreciar a beleza da biodiversidade e entender a importância da conservação ambiental. No entanto, para garantir essas experiências não causem danos ao meio ambiente e às comunidades locais, é fundamental seguir algumas regras de conduta.

A Serra do Divisor é mais do que um paraíso natural; é um símbolo nacional de esperança e compromisso com o meio ambiente. Suas riquezas naturais, combinadas com o entusiasmo de guias, naturalistas e visitantes, mostram que é possível aliar turismo e sustentabilidade. O futuro do parque depende da continuidade desses esforços, garantindo que gerações futuras possam desfrutar de suas maravilhas.

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Estado apresenta ao Ministério das Relações Exteriores propostas para combater imigração ilegal e o tráfico internacional de pessoas

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Jairo Carioca

O governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH), apresentou durante encontro de trabalho do Comitê de Integração Bifronteiriça, propostas para combater a imigração ilegal e o tráfico internacional de pessoas. O encontro foi encerrado nesta quinta-feira, 27, na sede do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), em Brasileia, e reuniu autoridades do Brasil e da Bolívia.

Representantes da SEASDH participaram ativamente dos debates mediados pelo Ministério de Relações Exteriores. Foto: Jairo Carioca/Seict

A SEASDH foi representada pela secretária adjunta Amanda Vasconcelos e Lucas Guimarães, chefe da Divisão de Apoio a Migrantes e Refugiados. Para Amanda, o debate sobre a imigração e o tráfico de pessoas entre os dois países é fundamental, especialmente em regiões de fronteira, onde os desafios são muitos e complexos. “Ao promover um diálogo aberto entre as autoridades brasileiras e bolivianas, a SEASDH busca criar um ambiente mais seguro para todos, reforçando o compromisso com a proteção dos direitos humanos e a dignidade de cada indivíduo”.

Durante o encontro, Guimarães ressaltou a importância de estabelecer parcerias entre os dois países para garantir um fluxo migratório mais seguro e fortalecer as ações de combate ao tráfico de pessoas. “Esse é um trabalho que o departamento realiza em conjunto com a Segurança Pública, tanto estadual quanto federal. A intenção é garantir que a migração ocorra de forma segura e organizada, minimizando os riscos envolvidos e protegendo os direitos dos migrantes”, acrescentou.

Encontro reuniu autoridades brasileiras e bolivianas que debateram pautas e problemas comuns na relação dos dois países. Foto: Jairo Carioca/Seict

Segundo o Ministério das Relações Exteriores, cerca de 8 mil estudantes brasileiros fazem fluxo migratório entre as cidades de Epitaciolândia, Brasileia (no Brasil) e Cobija (na Bolívia). A primeira secretária do MRE, Luana Melo, ressaltou que, apesar da curta distância geográfica, as diferenças de idioma podem dificultar a comunicação e a integração.

“Muitos brasileiros que atravessam a fronteira para estudar em Cobija, por exemplo, precisam lidar com o espanhol e, muitas vezes, sentem dificuldade em se expressar e entender as aulas e interações sociais, assim como as leis do país vizinho. Isso não apenas impacta o desempenho acadêmico, mas também a experiência geral desses jovens, que buscam oportunidades de aprendizado em uma nova cultura”, informou Luana.

A reunião resultará na elaboração de uma ata oficial, com os principais encaminhamentos e compromissos assumidos pelos dois países. A expectativa é que esses temas avancem nas esferas municipal, estadual e federal, garantindo que as demandas locais se transformem em políticas públicas concretas.

Em janeiro deste ano, o Acre, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH), recebeu o Selo MigraCidades 2024. O exame é um reconhecimento do envolvimento do governo na melhoria da integração das pessoas migrantes. O certificado é entregue pela Organização Internacional para as Migrações (OIM), em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

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Primeira reunião do Comitê Gestor do Orçamento da Criança e do Adolescente 2025 é realizada em Rio Branco

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Fernando Santtos

Membros  do Comitê de Orçamento da Criança e do Adolescente do Estado do Acre (Ocad) estiveram reunidos nesta quinta-feira, 27, em Rio Branco, para apresentar os resultados de 2024 e alinhar o planejamento de 2025, com ênfase nas metas, orçamento e ajustes necessários, garantindo o bom andamento das ações.

Primeiro encontro de 2025 tratou de apresentar ações já executadas e planejamento para esse ano. Foto: Diego Gurgel/Secom

O encontro aconteceu na sala de governança da Secretaria de Planejamento (Seplan) e contou com a presença da defensora pública-geral do Acre, Juliana Caobianco; da titular da Promotoria de Justiça Especializada de Medidas Socioeducativas do Ministério Público do Acre (MPAC), Vanessa Muniz; de representantes do gabinete da vice-governadora Mailza Assis, que é presidente do Ocad; das secretarias de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH); Educação e Cultura (SEE); Instituto Socioeducativo (ISE) e Tribunal de Justiça do Estado do Acre (TJAC).

Encontro aconteceu na sala de governança da Seplan. Foto: Diego Gurgel/Secom

Inicialmente, ficou definido que as reuniões do comitê serão bimestrais. Quem passa a integrar o Ocad é a Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre) após aprovação dos membros.

Resultados apresentados

Durante o encontro, foram apresentados os resultados alcançados, como os indicadores do Ocad nos eixos Saúde, Educação, Assistência Social, Direitos Humanos, Profissionalização e Lazer. Esses dados norteiam a criação de políticas públicas diretivas, como aumento de vagas  de formação técnica e profissional aos alunos do ensino médio, monitoramento da taxa de analfabetismo da população de 15 ou mais anos de idade e ações de saúde para criança e adolescente, diminuição da mortalidade infantil, evasão escolar e combate ao trabalho infantil.

Também foram discutidos os desafios e avanços de cada indicador do orçamento, que segue as metodologias da Fundação Abrinq.

Segundo Regiane de Oliveira, articuladora e coordenadora do comitê Ocad, foi feita uma avaliação em relação às dificuldades em algumas áreas da execução do orçamento e desafios para 2025. “Debatemos os resultados e apontamos também quais são as políticas que precisam ter mais investimento para a criança e o adolescente, sempre com a prioridade absoluta nas áreas de educação, saúde e assistência social”, enfatizou.

Encontro aconteceu na sala de governança da Seplan. Foto: Diego Gurgel/Secom

O encontro reafirmou o compromisso do governo do Acre em implementar ações que promovam proteção à infância, inclusão social das crianças e adolescentes, com melhorias nas áreas essenciais de saúde, educação, lazer e formação, desde a alfabetização até o ensino médio.

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Câmara Técnica de Meio Ambiente debate sobre a descentralização de licenciamento ambiental

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Evander Freitas

Membros da Câmara Técnica de Meio Ambiente do Conselho de Meio Ambiente e Floresta (Cemaf), estiveram reunidos nesta quinta-feira, 27, para debater sobre alterações em procedimentos técnicos em resolução do Cemaf, além de abordar a possibilidade de descentralização de licenciamento ambiental por parte do Estado.

O debate principal da Câmara Técnica analisou o Parecer Técnico nº 023/2025, da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semeia), que trata da descentralização do licenciamento ambiental, realizado pelo Estado, sobre as atividades e empreendimentos passíveis de licenciamento por parte da Prefeitura de Rio Branco. A apreciação da minuta de resolução que estabelece as atividades sujeitas ao licenciamento ambiental municipal, conforme Cadastro Nacional de Atividades Econômicas (CNAE), foi agendada para o dia 10 de abril.

Câmara Técnica de Meio Ambiente delibera sobre a descentralização de licenciamento ambiental. Foto: Evander Freitas/IMC

A segunda pauta da reunião, a Resolução Cemaf nº 2, que define os procedimentos técnicos e administrativos referentes ao licenciamento ambiental de atividades potencialmente causadoras de impacto ambiental, visou encaminhamentos técnicos práticos em casos que haja o uso alternativo do solo para atividade agropecuária, plantio agrícola e criações pecuárias (bovinos e bubalinos) para fins comerciais. Devido à complexidade técnica do debate, foi deliberado pela continuidade da análise na próxima reunião da Câmara Técnica.

Membros debatem mudanças em procedimentos técnicos relacionadas a licenciamentos ambientais. Foto: Emanoel Farias/Sema

A reunião, conduzida pelo coordenador suplente, Roberto França, engenheiro florestal do Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac), contou com a participação de cinco membros titulares e suplentes, além de oito convidados.

Na oportunidade, o coordenador destacou os benefícios do processo de debate técnico. “Nessa reunião tivemos a oportunidade de realizar encaminhamentos práticos que vão facilitar tanto a descentralização de licenciamento para os municípios, quanto sanar gargalos existentes na Resolução nº 02”, afirmou.

Câmara Técnica marca apreciação de minuta que estabelece as atividades sujeitas ao licenciamento ambiental municipal. Foto: Emanoel Farias/Sema

Além do Imac e da Semeia, estiveram presentes na reunião representantes da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), da Universidade Federal do Acre (Ufac) e das federações de Agricultura e Pecuária do Acre (Faeac); e Indústrias do Acre (Fieac).

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