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Antônio Araújo, o “Príncipe”, vereador que representa a periferia de Tarauacá, é um opositor elegante à gestão Marilete

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O vereador Antônio da Silva Araújo, o “Príncipe”, do PT, é um opositor duro, mas elegante, à gestão da prefeita de Tarauacá, Marilete Vitorino (PSD). “Ele critica de forma construtiva”, garante a prefeita. Apesar de estar no primeiro mandato parlamentar, “Príncipe” é um velho conhecido da política local. Formado em assistência social, foi secretário atuante em duas gestões, as dos prefeitos petistas Jasone Silva e Rodrigo Damasceno. “Príncipe” comandava as promoções sociais nas duas oportunidades. Na Câmara recebe e trata adversários políticos da mesma forma como se relaciona com aliados. No evento desta quarta-feira, 8, por exemplo, quando recebeu um prêmio por estar entre os três vereadores mais atuantes, “Príncipe” trocou afagos com o deputado estadual Roberto Duarte Júnior (MDB), que palestrou sobre mídias sociais, e com a própria prefeita Marilete. Ou seja: tem futuro na política.

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Um ‘esquecimento’ do governo faz barulho em reunião sobre bets

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Um ‘esquecimento’ do governo faz barulho em reunião sobre bets

Matheus Leitão

A Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda deixou os municípios fora da reunião que irá elaborar o Sistema Nacional de Apostas. Para eles, as bets municipais são irregulares

Uma reunião que acontece nesta sexta-feira, 4, no Ministério da Fazenda, vem causando confusão no mundo das bets. A Secretaria de Prêmios e Apostas convidou um representante de cada Estado do país e do Distrito Federal para participar da elaboração do Sistema Nacional de Apostas. Só que a SPA esqueceu de convidar as dezenas de municípios que já regulamentaram com leis e decretos as próprias bets municipais.

Questionado via ofício pela Associação Nacional das Loterias Municipais e Estaduais (Analome), o secretário nacional de Prêmios e Apostas, Regis Dudena, respondeu que a “constituição de um Sistema Nacional de Apostas, como implementação de um federalismo cooperativo, é vista como uma questão prioritária para a SPA/MF”, mas “(…) não há previsão legal para a exploração das apostas de quota fixa por municípios”.

O problema é que essa discussão ainda vai longe. No fim do mês passado, ela chegou, inclusive, ao Supremo Tribunal Federal (STF). Sob a relatoria do ministro Kássio Nunes Marques, a ADPF 1212, do Solidariedade, pede a suspensão, por liminar, dessas leis e decretos que regulamentam loterias e apostas on-line municipais, pedindo a declaração de inconstitucionalidade. Neste momento, o ministro aguarda pronunciamento da Procuradoria-Geral da República e da Advocacia-Geral da União sobre a controvérsia.

Esta não é a primeira vez que o STF é chamado para a discussão. Em 2020, no julgamento das ADPFs 492 e 493 e ADI 4986, os ministros reforçaram a exclusividade da União para legislar sobre sistemas de consórcios e sorteios, mas reconheceram que, tendo caráter de “serviço público”, a legislação federal não pode impor a nenhum “ente federativo restrição à exploração de serviço público para além daquelas já previstas no texto constitucional”. Ou seja, não pode legislar, mas pode explorar.

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Por que a PEC da segurança sofre resistência até d…

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Por que a PEC da segurança sofre resistência até d...

Gustavo Maia

Por que a PEC da segurança sofre resistência até d… | VEJA

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O Ministério da Justiça recebeu do Planalto a sinalização de que a PEC da segurança pública será finalmente enviada ao Congresso na semana que vem. A proposta andava travada no palácio.

A ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), Gleisi Hoffmann, marcou um café na próxima terça-feira na residência oficial da presidência da Câmara para Ricardo Lewandowski apresentar a proposta a Hugo Motta (Republicanos-PB) e líderes da Casa.

No entanto, a PEC enfrenta resistência até de gente da base de Lula. Líderes governistas acham que o debate sobre a proposta pode contaminar a “pauta positiva” do projeto de lei da isenção do Imposto de Renda até 5.000 reais e que não terão como lutar nas duas frentes.

Temem ainda que uma comissão especial sobre a PEC acabe caindo nas mãos de bolsonaristas radicais. Uma exacerbação que esses líderes têm usado como exemplo do risco é que, nesse cenário, deputados do PL poderiam até forçar a inclusão da pena de morte no texto.


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Líderes evangélicos convocam em vídeo apoiadores p…

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Líderes evangélicos convocam em vídeo apoiadores p...

Lucas Mathias

Pastores líderes de congregações evangélicas participam de um vídeo, organizado por Silas Malafaia, que convoca apoiadores para uma manifestação neste domingo, 6, que pede pela anistia dos presos do 8 de Janeiro. O registro, que circula nas redes sociais bolsonaristas, é uma montagem com falas de lideranças como os bispos Abner Ferreira, presidente da Assembleia de Deus em Madureira, e Robson Rodovalho, fundador da denominação neopentecostal Sara Nossa Terra, que pedem por “anistia já”. A divulgação marca a volta de uma ofensiva de setores evangélicos contra o governo federal, contrário a essa pauta. 

Malafaia, expoente da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, é quem conduz a narrativa do vídeo. “O salmo 89, versículo 14, diz que a base do Trono de Deus é justiça e juízo. Não podemos nos calar diante da injustiça, ao ver patriotas sendo condenados por pura perseguição política”, afirma, nos primeiros segundos da montagem. 

Em seguida, além de Ferreira e Rodovalho, aparecem líderes de grandes denominações, com atuação mais forte em diferentes regiões do país: o pastor Jorge Linhares, fundador da Bola de Neve, o Apóstolo César Augusto, fundador da Fonte da Vida, o Apóstolo Renê Terra Nova, fundador do Ministério Internacional da Restauração, o pastor Teo Hayashi, com forte atuação nas redes sociais e fundador do Movimento Dunamis, o pastor Samuel Câmara, fundador da Convenção da Assembleia de Deus no Brasil, e Claudio Duarte, pastor também com forte influência nas redes. 

As declarações dos religiosos são intercaladas com fotos e informações de alguns dos presos pelos ataques à democracia na Praça dos Três Poderes, há dois anos. 

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O grupo convoca para o ato na Avenida Paulista, a partir das 14h deste domingo. No vídeo, chama a atenção não só a reunião de grandes líderes evangélicos, mas a presença de volta de alguns desses líderes, como o bispo Abner Ferreira, ao centro do debate político. Nos últimos meses, Malafaia vinha sendo uma das poucas vozes mais estridentes nesse campo religioso contra pautas caras ao governo federal, numa trégua não anunciada. 

O pastor Samuel Câmara, por exemplo, é irmão do deputado federal Silas Câmara (Republicanos), que já presidiu a Bancada Evangélica e tem canal de diálogo aberto com alguns integrantes do governo Lula — caso do ministro da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias, por exemplo. 

Não foi incluído na montagem, contudo, nenhum integrante da Igreja Universal do Reino de Deus, uma das denominações de maior capilaridade no país e que está ligada ao fundação do partido Republicanos. A legenda, hoje, tem um ministério na Esplanada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o de Portos e Aeroportos, chefiado por Silvio Costa Filho. No passado, contudo, a Universal chegou a fazer forte oposição ao petista, ao publicar em suas mídias que “cristão não vota na esquerda”.



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