MUNDO
Aos 100 anos, ex-presidente americano Jimmy Carter vota nas eleições presidenciais

PUBLICADO
6 meses atrásem
O ex-Presidente dos Estados Unidos Jimmy Carter queria viver o suficiente para votar em Kamala Harris, e, nesta quarta-feira, conseguiu alcançar o objetivo ao votar pelo correio na candidata democrata, informou a sua fundação, 15 dias depois de ele completar 100 anos. O antigo líder democrata aproveitou para votar mais cedo na sua cidade natal, no estado da Geórgia, onde reside.
Segundo o neto, citado pelo Atlanta Journal-Constitution, Jimmy Carter disse aos familiares que era mais importante para ele continuar vivo para poder votar nas eleições presidenciais de 2024 do que completar 100 anos.
Aposentado da vida pública, o democrata, que liderou os Estados Unidos entre 1977 e 1981, recebe cuidados paliativos em casa há mais de um ano e meio.
Kamala Harris, a primeira mulher, e negra, eleita vice-presidente dos EUA
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2022/m/q/jwH3piTKSJhteiphYKLQ/3.glbimg.com-v1-auth-0ae9f161c1ff459593599b7ffa1a1292-images-escenic-2020-8-12-19-1597276662407.jpg)
Kamala Harris, ex-procuradora-geral e filha de imigrantes, entra para a história como a primeira mulher a se tornar vice-presidente dos Estados UnidosAgência O Globo
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2022/7/H/exsf8bTk2PW1Q9AedFIw/3.glbimg.com-v1-auth-0ae9f161c1ff459593599b7ffa1a1292-images-escenic-2020-11-7-16-1604781751662.jpg)
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2022/7/H/exsf8bTk2PW1Q9AedFIw/3.glbimg.com-v1-auth-0ae9f161c1ff459593599b7ffa1a1292-images-escenic-2020-11-7-16-1604781751662.jpg)
Kamala, senadora democrata pela Califórnia, chegou a se apresentar em 2019 como pré-candidata na corrida interna do partido para a disputa presidencial, mas desistiu da campanha antes das préviasREUTERS
Publicidade
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2022/h/e/QSpQJ2RHynqQ3Fvnuqhg/3.glbimg.com-v1-auth-0ae9f161c1ff459593599b7ffa1a1292-images-escenic-2020-8-12-19-1597276565878.jpg)
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2022/h/e/QSpQJ2RHynqQ3Fvnuqhg/3.glbimg.com-v1-auth-0ae9f161c1ff459593599b7ffa1a1292-images-escenic-2020-8-12-19-1597276565878.jpg)
Ao anunciar a senadora como sua companheira de chapa, Biden elogiou a história de vida da escolhida. Harris, que é filha de imigrantes, foi procuradora-geral da Califórnia antes de ser eleita para o SenadoREUTERS
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2022/H/q/9u9VsaQOqOj0ogcd5DeQ/3.glbimg.com-v1-auth-0ae9f161c1ff459593599b7ffa1a1292-images-escenic-2020-8-12-19-1597276587755.jpg)
”Sei o quanto Beau (Biden, o falecido filho do ex-vice-presidente) respeitava Kamala e seu trabalho e, para ser honesto com você, isso pesou na minha decisão (de escolhê-la)”, disse Biden durante sua primeira aparição com Harris como companheiros de chapaAFP
Publicidade
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2022/Q/V/0z1HJfTOGIeN4BwQqqow/3.glbimg.com-v1-auth-0ae9f161c1ff459593599b7ffa1a1292-images-escenic-2020-11-7-16-1604781740241.jpg)
Kamala Harris durante discurso em 27 de outubro, em Las Vegas. Aos 56 anos, a senadora democrata da Califórnia permitiu que Biden, de 77 anos, ganhasse o apoio de um eleitorado mais diverso que buscava ser melhor representado no topo do poderAFP
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2022/o/O/vWDqOARXOvttmU7saKUA/3.glbimg.com-v1-auth-0ae9f161c1ff459593599b7ffa1a1292-images-escenic-2020-11-7-16-1604781731047.jpg)
Biden e Kamala, em 20 de agosto, cumprimentam apoiadores fora do Chase Center, em Wilmington, Delaware, ao fim da Convenção Nacional Democrata, realizada virtualmenteAFP
Publicidade
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2022/r/4/j5qxBuSiSZ95IGZoSAwQ/3.glbimg.com-v1-auth-0ae9f161c1ff459593599b7ffa1a1292-images-escenic-2020-8-12-19-1597276538609.jpg)
Kamala Harris, cuja mãe nasceu na Índia e seu pai na Jamaica, é a primeira negra e a primeira asiática-americana a disputar uma eleição presidencial nos EUA por um dos dois principais partidosREUTERS
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2022/T/e/H6B4R4QHApMim6wFAD3Q/3.glbimg.com-v1-auth-0ae9f161c1ff459593599b7ffa1a1292-images-escenic-2020-11-7-16-1604781689332.jpg)
Uma família indiana posa para uma fotografia enquanto torce pela vitória de Kamala Harris, em Painganadu, perto da vila de Thulasendrapuram, onde o avô materno de Harris nasceu e cresceu, no estado de Tamil Nadu, no sul da ÍndiaREUTERS
Publicidade
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2022/c/y/GzWA9xSWOWEIVFIEe98Q/3.glbimg.com-v1-auth-0ae9f161c1ff459593599b7ffa1a1292-images-escenic-2020-11-7-16-1604781679846.jpg)
Uma mulher dá os últimos retoques a uma mensagem para a candidata democrata dos EUA à vice-presidência, Kamala Harris, em Painganadu, no estado de Tamil Nadu, ÍndiaREUTERS
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2022/D/A/vHBuj9RDS1WBTXCpRfqQ/3.glbimg.com-v1-auth-0ae9f161c1ff459593599b7ffa1a1292-images-escenic-2020-11-7-16-1604781668783.jpg)
Kamala Harris, na véspera do dia oficial da eleição, fala em um comício drive-in na Filadélfia, Pensilvânia. Harris chegou às urnas com a força de ter sido a primeira mulher negra a ser eleita procuradora-geral na Califórnia e como a primeira mulher de ascendência sul-asiática no SenadoAFP
Publicidade
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2022/R/G/vaMLLcQzi1j8LBXzsdTg/3.glbimg.com-v1-auth-0ae9f161c1ff459593599b7ffa1a1292-images-escenic-2020-11-7-16-1604781658872.jpg)
Kamala Harris e o marido, Douglas Emhoff, se abraçam no palco em um comício drive-in na Filadélfia, PensilvâniaAFP
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2022/v/t/Z5AlSZT2yDDFxwhW8Qfw/3.glbimg.com-v1-auth-0ae9f161c1ff459593599b7ffa1a1292-images-escenic-2020-11-7-16-1604781642705.jpg)
Kamala Harris, cujos pais, imigrantes da Jamaica e da Índia, tiveram as vidas marcadas pela narrativa do “sonho americano”AFP
Publicidade
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2022/7/w/Fjy9StTNGorvLIqWdBHw/3.glbimg.com-v1-auth-0ae9f161c1ff459593599b7ffa1a1292-images-escenic-2020-11-7-16-1604781634575.jpg)
Kamala Harris cumprimenta o senador do estado da Pensilvânia, Vincent Hughes, com uma cotovelada, em 2 de novembroREUTERS
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2022/k/M/n4nLbBRxmTw32fLTTKFw/3.glbimg.com-v1-auth-0ae9f161c1ff459593599b7ffa1a1292-images-escenic-2020-11-7-16-1604781560563.jpg)
A senadora Kamala Harris, candidata à vice-presidência, posa para uma selfie com apoiadores durante um evento em Fort Lauderdale, Flórida, em 31 de outubro. Harris nasceu em 20 de outubro de 1964, em Oakland, Califórnia, na época um núcleo de ativismo pelos direitos civis e contra a guerraREUTERS
Publicidade
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2022/i/C/ZSZ9dTSaSqNeh6aDTPYw/3.glbimg.com-v1-auth-0ae9f161c1ff459593599b7ffa1a1292-images-escenic-2020-11-7-16-1604781550451.jpg)
Harris ri antes de falar durante um comício de campanha drive-in em Phoenix, Arizona, em 28 de outubro. Ela se formou em direito na Universidade Howard, em Washington, um ícone da cultura negra nos Estados UnidosAFP
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2022/A/Y/DLP3AZQFGj6ckVEAfhew/3.glbimg.com-v1-auth-0ae9f161c1ff459593599b7ffa1a1292-images-escenic-2020-11-7-16-1604781537838.jpg)
A senadora, agora vice-presidente eleita dos EUA, ganhou projeção nacional ao questionar duramente, em sabatinas no Senado, indicados por Trump para cargos de juiz da Suprema Corte e de secretário de JustiçaAFP
Publicidade
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2022/W/q/LBshCIS1qGsSKvwxZIDw/3.glbimg.com-v1-auth-0ae9f161c1ff459593599b7ffa1a1292-images-escenic-2020-11-7-16-1604781527390.jpg)
Kamala Harris fala durante um comício de campanha drive-in em Phoenix, Arizona, em 28 de outubroAFP
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2022/R/F/SSw0v7QL2DIdMA4ADXJQ/3.glbimg.com-v1-auth-0ae9f161c1ff459593599b7ffa1a1292-images-escenic-2020-11-7-16-1604781518718.jpg)
Harris conversa com apoiadores durante um evento de campanha em Phoenix, Arizona, em 28 de outubroREUTERS
Publicidade
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2022/g/I/8w57hxTcCeIYqe9M9Q6w/3.glbimg.com-v1-auth-0ae9f161c1ff459593599b7ffa1a1292-images-escenic-2020-8-12-19-1604781507670.jpg)
Há pouco mais de um ano, quando ocorriam as queimadas na Amazônia brasileira, Harris fez duras críticas à condução da política ambiental pelo governo Bolsonaro, a quem chamou de “presidente tipo Trump” REUTERS
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2022/P/a/LgBYsrRce1FCcKz6NGrg/3.glbimg.com-v1-auth-0ae9f161c1ff459593599b7ffa1a1292-images-escenic-2020-11-7-16-1604781499415.jpg)
Carismática, Kamala Harris fala em um evento de campanha em Detroit, Michigan, em 25 de outubroAFP
Publicidade
Kamala Harris, a primeira mulher, e negra, eleita vice-presidente dos EUA
O ex-presidente centenário centrou o seu mandato nos direitos humanos, na justiça social e nos valores democráticos.
A sua política em relação à América Latina foi um reflexo disso. A sua administração denunciou os abusos das ditaduras militares no Cone Sul, retirou o apoio ao regime de Somoza na Nicarágua e prometeu devolver o Canal do Panamá aos panamenhos, algo que ele descreveria como a sua “batalha política mais difícil”.
Relacionado
VOCÊ PODE GOSTAR
MUNDO
Família adota cachorrinha abandonada na rua por mulher de moto; tentou alcançar tutora

PUBLICADO
16 horas atrásem
18 de abril de 2025
O amor para combater a maldade. A cachorrinha que foi abandonada numa rua deserta pela ex-tutora, pilotando uma moto, é adotada justamente pela família que a encontrou e resgatou. Os nomes desses verdadeiros seres humanos não foram divulgados.
Em Barra Velha, SC, as imagens de uma mulher, pilotando uma moto, e abandonando a cadelinha, causaram indignação. A maltês, de 15 anos, foi cuidada por veterinários e técnicos da Fundação Municipal do Meio Ambiente (Fundema) depois de ser encontrada.
De acordo com a Fundema, a família que achou a cachorrinha, que ganhou o nome de Julie, demonstrou interesse em adotá-la. Como ela foi muito bem tratada por eles, o processo será rápido.
Amor à primeira vista
Julie foi encontrada perdida no meio de uma rua deserta. Mas as imagens mostraram que a pequena tentou alcançar a ex-tutora, correndo em vão atrás da moto.
A família que encontrou a cachorrinha foi autorizada a adotar a dog. A Fundema apenas prepara a formalização do trâmite burocrático.
De acordo com a fundação, o motivo é que as pessoas que salvaram o pet demonstraram “muito carinho e amor” por ela.
Leia mais notícia boa
- Caramelo abandonado é adotado em posto, leva vida de rei e hoje salva vidas; Frentiscão
- Motociclista se encanta com pitbull abandonado na estrada, adota o bichinho e ele fica lindo; vídeo
- Filhote abandonada com problema grave de pele é tratada, fica linda e vai ser adotada
Cuidados veterinários
O presidente da Fundema, Kaiann Barentin, disse que a cachorrinha está saudável e não tem, aparentemente, nenhuma alteração. Segundo ele, a doguinha foi cuidadosamente examinada e passa bem.
Por cautela, Julie será submetida a mais exames de saúde para verificar o estado geral dela.
É importante porque se trata de um animal de 15 anos que estava sob a guarda de uma pessoa que a abandonou.
Ex-tutora alega problemas mentais
A tutora, única suspeita de abandonar Julie na estrada, alegou surto psicótico e desorientação no momento do ato.
Pela lei pena brasileira, pessoas diagnosticadas com transtornos de ordem mental não podem ser punidas, como as demais.
Porém, a Fundema instaurou procedimento administrativo para aplicação de multa contra a mulher.
Já a Polícia Civil abriu um inquérito para apurar o crime de maus-tratos, segundo o Boa Notícia Brasil.
Julie, essa simpática Maltês de 15 anos, abandonada pela ex-tutora na rua, agora terá uma família humana nova e que a ama muito. – Foto: Fundema
Leia Mais: Só Notícias Boas
Relacionado
MUNDO
Implante de próteses faz brasileiro voltar a andar; teve 2 pernas amputadas

PUBLICADO
17 horas atrásem
18 de abril de 2025
Vida nova! O gaúcho Jedimar de Oliveira, de 37 anos, morador de Caxias do Sul, RS, recebeu um implante de próteses e voltou a andar, após quase um ano. O brasileiro, que teve as duas pernas amputadas, foi beneficiado por uma técnica usada é inovadora, a ostointegração, semelhante à aplicada nos implantes dentários.
Oito meses depois da amputação provocada por uma vasculite (inflamação da parede dos vasos sanguíneos, que pode afetar qualquer parte do corpo), Jedimar voltou a sentir o prazer de pisar no chão.
“O que mais me perguntam é se sinto dor. E não, não sinto nada. É como se minhas pernas ainda estivessem aqui. Desde que instalei as próteses, tenho a consciência de onde estou pisando”, disse o homem.
Como funciona
As próteses mantêm Jedimar de pé e foram instaladas com a mesma técnica utilizada em implantes dentários.
A chamada osteointegração implantou na tíbia de Oliveira uma haste metálica e as próteses foram acopladas diretamente nela, o que facilita a adaptação e garante movimentos muito próximos dos naturais.
A operação realizada pela equipe de ortopedia do Pompéia Ecossistema de Saúde foi a primeira da América Latina feita nas duas pernas e anexada à tíbia.
Leia mais notícia boa
- Após 18 anos, mulher volta a falar por causa de neuroprótese; inovador!
- Aos 88 anos, idosa faz próteses para ajudar mulheres que fizeram mastectomia
- Roseana Murray usa prótese biônica pela primeira vez após ataque de pitbulls
Reaprender a caminhar
As duas hastes metálicas são implantadas nas tíbias de Jedimar para que consiga ter segurança para ficar de pé e andar. As próteses são acopladas com precisão, segundo NB Notícias.
A coordenadora do curso de Fisioterapia da FSG, Alexandra Renosto, explicou que antes do grande dia, de colocar as próteses, Jedimar fez uma série de exercícios para “reaprender a caminhar”.
“Não é exagero dizer que ele precisou reaprender a caminhar. Ele ainda está, inclusive, em processo de aprendizagem. Precisamos respeitar a integração do osso com o implante e começamos de forma progressiva a soltar o peso dele nas próteses”, disse.
Osteointegração no Brasil
Desenvolvida na Suécia nos anos 1990, a osteointegração é uma técnica considerada recente no Brasil devido ao custo elevado.
No caso de Jedimar, a equipe que o tratou fez campanha para arrecadar recursos e financiar o tratamento. Deu certo!
A inovação foi trazida ao país pelo ortopedista Marcelo Souza e pelo protesista Tiago Bessa, que realizaram o primeiro procedimento do tipo em 2022, em uma paciente com amputação na perna direita devido a câncer ósseo.
Desde então, 24 pacientes já passaram pela técnica no Brasil e na Argentina.
O brasileiro Jedimar é o primeiro no país a receber implante de próteses nas duas pernas amputadas e consegue andar. Para conseguir receber os implantes, a equipe do hospital fez campanha para arrecadar dinheiro. Foto: @J3dmar
Veja o Jedimar de Oliveira caminhando normalmente com as próteses:
Relacionado
MUNDO
Sai ranking das melhores comidas de rua do mundo; coxinha na lista!

PUBLICADO
17 horas atrásem
18 de abril de 2025
Monique de Carvalho
18 / 04 / 2025 às 09 : 56
A coxinha é a comida que representa nosso país no ranking das melhores comidas de rua do mundo. – Foto: TesteAtlas
Comida de rua é mais do que alimentação: é cultura, memória e afeto. E o mundo todo parece estar descobrindo isso, prato por prato. Um novo ranking divulgado pelo site TasteAtlas mostrou quais são as melhores comidas de rua do mundo— e o Brasil ganhou seu espacinho com a saborosa coxinha!
O ranking foi formado com base nas notas dadas por pessoas do mundo todo, que experimentaram os pratos em seus países de origem. A lista virou uma verdadeira viagem gastronômica, passando por sabores da Argélia, China, Indonésia, México, Índia e, claro, do Brasil.
Entre bolinhos recheados, massas fritas e combinações exóticas, a coxinha brasileira se destacou. Mesmo sem estar no topo, o fato de ter sido lembrada entre tantas delícias do planeta já é motivo de orgulho pra gente!
As campeãs do sabor
O topo do ranking ficou com pratos de três países diferentes, mostrando a diversidade e criatividade que a comida de rua pode ter. Em primeiro lugar, veio a Karantika, da Argélia. Feita com farinha de grão-de-bico, água, óleo, pimenta, sal e ovos, a mistura vai ao forno e vira uma espécie de torta douradinha por fora e cremosa por dentro. É servida quentinha em barraquinhas e padarias, principalmente na cidade de Oran.
O segundo lugar ficou com o Guotie, um tipo de dumpling chinês muito famoso. O bolinho é recheado com carne de porco, repolho, gengibre, cebolinha e outros temperos. A técnica de preparo também é especial: primeiro se frita a base, depois se adiciona água para cozinhar no vapor. O resultado é uma delícia crocante e suculenta ao mesmo tempo.
Na terceira posição, a Indonésia marcou presença com o Siomay, um bolinho de peixe no vapor. Ele vem acompanhado de ovos, batatas, tofu e até melão amargo. Tudo é servido com um molho de amendoim bem temperado, molho de soja doce e suco de limão. Uma explosão de sabores!
Leia mais notícia boa:
Coxinha brasileira representa no ranking
O Brasil apareceu na 62ª posição com a amada coxinha de São Paulo. O salgado, tão comum em padarias e lanchonetes, ganhou o coração dos avaliadores. A casquinha crocante e dourada por fora, com recheio macio e cremoso de frango desfiado por dentro, fez sucesso.
A coxinha representa bem o jeitinho brasileiro de transformar ingredientes simples em algo especial. É comida de festa, de lanche rápido, de infância. E agora, também é reconhecida mundialmente como uma das melhores comidas de rua!
Top 10 das melhores comidas de rua segundo o TasteAtlas
- Karantika – Argélia
- Guotie – China
- Siomay – Indonésia
- Quesabirria – México
- Parotta – Índia
- Kulcha de Amritsari – Índia
- Ohn no khao swè – Mianmar
- Tacos – México
- Shawarma – Líbano
- Bánh mì – Vietnã
TasteAtlas
A lista do TasteAtlas é mais do que um ranking. Ela mostra como a comida de rua é parte essencial da identidade dos povos. São pratos feitos com carinho, vendidos em barraquinhas, mercados ou pequenas lanchonetes, muitas vezes com receitas passadas de geração em geração.
O TasteAtlas é uma plataforma especializada em gastronomia mundial. O site reúne informações sobre comidas típicas, bebidas, ingredientes e pratos regionais, sempre com base nas experiências reais dos usuários.
Veja a lista completa das melhores comidas do mundo neste link.

Karantika, da Algeria – Foto: TesteAtlas

Guotie, da China – Foto: TesteAtlas

Siomay, da Indonésia – Foto: TesteAtlas

Birria tacos (Quesabirria), do México – Foto: TesteAtlas

Parotta, da Índia – Foto: TesteAtlas
Relacionado
PESQUISE AQUI
MAIS LIDAS
- MUNDO5 dias ago
Vovó sem celular ganha câmera de segurança para conversar com a família e diverte as redes; vídeo
- POLÍTICA5 dias ago
Charge do JCaesar: 14 de abril
- MUNDO5 dias ago
O escritório alemão do cartel limpa a participação do UniCredit no Commerzbank – DW – 14/04/2025
- POLÍTICA4 dias ago
Senador pede que ministro explique alta recorde de…
Warning: Undefined variable $user_ID in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/comments.php on line 48
You must be logged in to post a comment Login