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Chefe do MDB em São Paulo rebate ataque de Janja a…

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Nicholas Shores






Chefe do MDB em São Paulo rebate ataque de Janja a… | VEJA




























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O presidente municipal do MDB em São Paulo e integrante do núcleo duro da campanha de Ricardo Nunes, Enrico Misasi, rebateu um vídeo em que apoiadoras da candidatura de Guilherme Boulos (PSOL), entre elas a primeira-dama Janja, lembram o teor de um boletim de ocorrência por violência doméstica registrado pela esposa do prefeito contra ele em 2011.

“Ricardo e Regina (Carnovale) já explicaram, inúmeras vezes, a discussão por mensagens de 13 anos atrás. Janja poderia aproveitar o vídeo e contar o que o enteado dela fez em abril”, declarou Misasi.

O dirigente emedebista se refere às acusações da médica Natália Schincariol, ex-companheira do filho caçula de Lula, Luís Cláudio Lula da Silva. Em boletim de ocorrência, ela relatou uma agressão sofrida em janeiro deste ano, quando levou “uma cotovelada na barriga” durante uma briga.


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POLÍTICA

O que realmente significa o ‘tarifaço’ de Trump

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O que realmente significa o ‘tarifaço’ de Trump

rprangel2004@gmail.com (Ricardo Rangel)

No que descreveu como “dia da libertação “, Donald Trump rasgou os tratados comerciais internacionais  e aumentou unilateralmente as tarifas dos EUA sobre importação. Dezenas de países serão afetados — e vão retaliar.

As bolsas de valores despencaram em todo o mundo, refletindo a inevitável elevação de preços que virá, e a consequente queda nas vendas. O valor da ação da empresa mais afetada, a Apple, caiu mais de 9% em um só dia.

A tarifa para o Brasil ficou em 10%, bastante abaixo das tarifas adotadas contra outros países, e a redução do comércio dos outros com os EUA até pode abrir oportunidades para nosso país.  O Brasil está correto em não reagir neste momento, mas isso não significa que a notícia possa ser boa para nós. Não é. É apenas menos ruim. E o problema real nem é a tarifa.

Os EUA, grandes vitoriosos em 1945, estabeleceram e lideraram desde então uma ordem mundial de organismos multilaterais e respeito a tratados. Com todos os seus muitos defeitos, essa ordem trouxe prosperidade nunca vista aos países que dela participaram. Sobretudo aos próprios EUA.

Nesta quarta-feira, Donald Trump, num gesto suicida, dinamitou essa ordem.

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Os EUA, sob Trump, agora traem seus aliados históricos, ameaçam militarmente os vizinhos, desrespeitam tratados comerciais. Mais: sequestram seus próprios habitantes na calada da noite, levam-nos para destinos ignorados, descumprem ordens judiciais. Chantageiam universidades e violam sua autonomia. Trump está demolindo a democracia americana tão rápido que o país está se tornando irreconhecível.

O dano ainda pode ser revertido no plano interno, mas é quase impossível revertê-lo no plano externo. O resto do mundo entendeu que os EUA deixaram de ser um aliado e passaram a ser um potencial adversário. Isso não vai mudar — mesmo que Trump volte atrás em tudo o que já fez até agora.

Os maiores prejudicados pelas estúpidas decisões de Trump serão os próprios EUA, que que abriram mão do posto de líder mundial, da livre circulação de ideias e da capacidade de atrair capital humano de ponta.

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Alguns setores comemorarão o fim da ordem mundial e o declínio americano como uma boa notícia. É um erro. A notícia não é boa nem para o Brasil nem para ninguém.

“Quem ganhar ou quem perder, nem quem ganhar nem perder, vai ganhar ou perder; vai todo mundo perder”, ensinou certa vez, em outro contexto, a filósofa Dilma Rousseff.

(Por Ricardo Rangel em 04/04/2025)



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A visita do chefe da Abin ao vice da comissão de I…

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A visita do chefe da Abin ao vice da comissão de I...

Nicholas Shores

O diretor-geral da Abin, Luiz Fernando Corrêa, vai ao Senado na segunda-feira para uma reunião com Nelsinho Trad (PSD-MS), vice-presidente da Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência (CCAI), em meio ao escândalo sobre a suposta espionagem da agência brasileira ao governo do Paraguai.

Uma hora depois de Corrêa, separadamente, o senador vai receber representantes da União dos Profissionais de Inteligência de Estado da Abin (Intelis) para uma conversa sobre o mesmo tema.

Na próxima quarta-feira, a CCAI deve votar um requerimento do senador Esperidião Amin (PP-SC) para convidar o chefe da agência a prestar esclarecimentos sobre o caso à comissão.

Além de chamá-lo a comparecer ao colegiado, Amin pede que Corrêa envie, em até 20 dias, “todos os relatórios de inteligência, ou informações produzidas ou recebidas pela Abin, ainda que informalmente, sobre negociações entre o governo Brasileiro e o governo da República do Paraguai que tenha qualquer correlação que envolva a Usina Hidrelétrica de Itaipu”.

A crise resulta do vazamento do depoimento de um funcionário da Abin à Polícia Federal (PF), publicado pelo portal UOL. Na oitiva, o servidor teria dito que a agência comanda há anos operações de invasão hacker aos sistemas paraguaios e de autoridades envolvidas nas negociações do Anexo C da Usina de Itaipu.

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Na última terça, o governo do Paraguai convocou o embaixador brasileiro no país, José Antônio Marcondes, para prestar esclarecimentos sobre o suposto monitoramento. A espionagem teria começado durante o mandato do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), mas seguiu em andamento depois de Corrêa, escolhido do presidente Lula para a Abin, assumir a diretoria.

O Ministério Público paraguaio também abriu um inquérito sobre o caso, afirmando que as ações “teriam como objetivo obter informações confidenciais relacionadas às negociações tarifárias da Usina Hidrelétrica de Itaipu, afetando supostamente os gabinetes de altos funcionários nacionais, incluindo o Presidente da República, membros do Congresso, o corpo diplomático e autoridades da ANDE (Administración Nacional de Electricidad)”.



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O único número da nova pesquisa que anima Lula

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O único número da nova pesquisa que anima Lula

Matheus Leitão

Ressurgindo repaginado por Sidônio Palmeira em evento do governo nesta quarta, 3, quando deu toda pinta de que lutará um quarto mandato, Lula foi animado por um dado da pesquisa Quaest.

A popularidade em queda pela inflação de alimentos somada a uma comunicação outrora claudicante fez com que mais de 60% dos brasileiros defendam a sua aposentadoria política, de acordo com o levantamento.

Mas é aí que começa a morar a novidade.

Dezoito por cento daqueles que rejeitam o governo dizem votar em Lula em um eventual segundo turno. E por que? Aparentemente, por falta de opção. Ao menos para esse eleitor.

É que as opções são muitas. Daí, o que mais anima Lula, segundo interlocutores.

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O petista ganha contra Jair Bolsonaro Inelegível (44% a 40%), Michelle Bolsonaro (44% a 38%), Tarcisio de Freitas (43% a 37%), que tem os dados mais interessantes entre os opositores, Ratinho Júnior (42% a 35%), Pablo Marçal (44% a 35%), Eduardo Bolsonaro (45% a 34%), Romeu Zema (43% a 31%) e Ronaldo Caiado (45% a 30%).

Os dados mostram que nem tudo é terra arrasada para quem estava vivendo seu pior inferno astral na política devido ao preço do ovo.



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