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Concurso do TRF6; sai edital e salários chegam a R$ 14 mil

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Oportunidade. O concurso público do TRF6, o Tribunal Regional Federal da 6ª Região, teve edital publicado e os salários chegam a R$ 13,9 mil. Anima?

A primeira seleção do novo tribunal será para nível superior, técnico e analista judiciário. Os interessados podem realizar as inscrições entre 18 de outubro a 8 de novembro, no site do Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe).

Para técnico judiciário, o valor da taxa é de R$ 80,00, e para analista judiciário, R$ 120,00. As provas estão previstas para 19 de janeiro de 2025 em Belo Horizonte. Há isenção de taxa para inscritos no CadÚnico e doadores de medula óssea.

Cargos e vagas

O edital do TRF6 é para cadastro reserva. Veja a seguir todos os cargos disponíveis.

Vagas para técnico judiciário:

  • Área Administrativa – Sem especialidade: CR
  • Área Administrativa – Agente de Polícia Judicial: CR
  • Área Apoio Especializado – Contabilidade: CR
  • Área Apoio Especializado – Desenvolvimento de Sistemas de Informação: CR
  • Área Apoio Especializado – Suporte Técnico: CR

Vagas para analista judiciário:

  • Área Judiciária – Sem especialidade: CR
  • Área Administrativa – Sem especialidade: CR
  • Área Apoio Especializado – Engenharias Civil, Elétrica, Mecânica e Eletrônica: CR
  • Área Apoio Especializado – Tecnologia da Informação: CR
  • Área Apoio Especializado – Governança e Gestão de Tecnologia da Informação: CR
  • Área Apoio Especializado – Contabilidade: CR
  • Área Apoio Especializado – Análise de Dados: CR
  • Área Apoio Especializado – Análise de Sistemas de Informação: CR
  • Área Apoio Especializado – Estatística: CR
  • Área Apoio Especializado – Arquitetura: CR
  • Área Apoio Especializado – Arquivologia: CR
  • Área Apoio Especializado – Medicina (Clínica Geral): CR
  • Área Apoio Especializado – Medicina (Cardiologia): CR
  • Área Apoio Especializado – Medicina (Medicina do Trabalho): CR
  • Área Apoio Especializado – Medicina (Ortopedia): CR
  • Área Apoio Especializado – Medicina (Psiquiatria): CR
  • Área Apoio Especializado – Odontologia: CR
  • Área Apoio Especializado – Enfermagem: CR
  • Área Apoio Especializado – Psicologia: CR
  • Área Apoio Especializado – Serviço Social: CR

Todos os aprovados vão trabalhar na sede do TRF6 e nas demais Seções Judiciárias, localizadas em Minas Gerais.

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Remunerações e benefícios

Os aprovados, e convocados, como técnico judiciário terão remuneração inicial de R$ 8.529,65. Ao final da carreira, é possível chegar até R$ 12.807,24.

Já para analistas, inicial de R$ 13.994,78 e finalizam a carreira com um salário de R$ 21.013,03.

Além disso, a Instituição conta com adicional de qualificação, gratificação de atividade judiciária, gratificação de atividade de segurança, gratificação de atividade externa, auxílio alimentação e assistência pré-escolar.

Etapas do concurso

O edital TRF6 informa que o concurso para o órgão será dividido em três etapas.

Os candidatos vão passar por uma prova objetiva e discursiva. As duas são de caráter eliminatório e classificatório.

Ambas estão previstas para serem realizadas no mesmo dia, 19 de janeiro de 2025.

Para quem optar para o cargo de Agente da Polícia Judicial, há um teste de aptidão física, de caráter eliminatório.

O TRF6 cobre as regiões de Minas Gerais. – Foto: Reprodução/Precato



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Após 18 anos, mulher volta a falar por causa de neuroprótese; inovador!

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Hudy que é fisioterapeuta leva música ao som da sanfona para cada paciente que visita no hospital de São João de Patas, da Paraíba, e o resultado é sopro de vida para essas pessoas que estão em tratamento. Foto: @hudy.show

Depois de 18 anos, essa mulher voltou a falar após usar uma neuroprótese revolucionária. A paciente consegue se expressar com a própria voz!

Por quase duas décadas, Ann viveu em silêncio. Aos 30 anos, a mulher, que passou por tratamento na Universidade da Califórnia em Berkeley (UCB), Estados Unidos, sofreu um derrame e ficou restrita a poucos sons monossilábicos.

Mas pela primeira vez na história, uma neuroprótese conseguiu restaurar a comunicação verbal natural de uma pessoa. O objeto decodifica sinais cerebrais e os transforma em fala fluente. Os resultados foram publicados na última semana na revista Nature Neuroscience.

Procedimento inovador

Em 2022, Ann foi submetida a uma cirurgia onde os neurocirurgiões implantaram 253 eletrodos em regiões específicas do cérebro.

Esses eletrodos registram a atividade cerebral da mulher e enviam os sinais para um computador, que os traduz em palavras e os reproduz com o mesmo tom de voz que ela tinha antes do derrame.

Interceptamos os sinais no ponto em que o pensamento se torna vocalização”, explicou Cheol Jun Cho, primeiro autor da pesquisa, em uma declaração da UCB.

Isso significa que, mesmo sem poder mover os músculos da boca e das cordas vocais, Ann pensa no que deseja falar e a tecnologia faz o resto!

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Neuroprótese e fala

Para ensinar o computador a interpretar os sinais cerebrais de Ann, os pesquisadores pediram que ela tentasse ler frases curtas em uma tela.

Aos poucos, com a ajuda de inteligência artificial, o sistema aprendeu a transformar os sinais em palavras e a construir frases completas.

Com o passar do tempo, a tecnologia evoluiu mais ainda e avançou para um estágio em que Ann pudesse se expressar de maneira contínua e sem pausas.

Além disso, o grupo usou gravações antigas da voz da paciente. Com isso, o computador conseguiu reproduzir o tom original. Para a família, esse detalhe fez toda a diferença!

Futuro desafiador

Apesar do sucesso, os pesquisadores alertaram que a tecnologia ainda está em fase experimental e precisa de aprimoramentos.

Os próximos passos incluem melhorias na precisão da dedicação dos sinais e na expressividade da o sintético.

“A síntese de uma fala contínua e natural a partir da atividade cerebral, e com atraso mínimo, é um objetivo importante das tecnologias de restauração da fala para pacientes com paralisia grave”, finalizaram no artigo.

Veja como a tecnologia funciona:

Os pesquisadores conectaram um plante cerebral ao computador sintetizador de voz. - Foto: Noah Berger Os pesquisadores conectaram um plante cerebral ao computador sintetizador de voz. – Foto: Noah Berger



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A temporada de aspargos da Alemanha encolhendo – DW – 04/03/2025

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A temporada de aspargos da Alemanha encolhendo - DW - 04/03/2025

A temporada de aspargos pode não merecer muito aviso em outros países, mas em Alemanha A colheita da primavera se tornou uma sensação. Os restaurantes têm “menus de aspargos” sazonais especiais e rapidamente se vende nas prateleiras de mercearias.

Algumas cidades alemãs ainda têm festivais de aspargos, completos com a coroação de uma rainha dos aspargos.

No entanto, nos últimos anos, os agricultores estão produzindo menos e menos aspargos. Embora ainda seja de longe o vegetal que ocupa o maior número de terras agrícolas na Alemanha – cerca de 19.800 hectares – crescendo custos, diminuição da demanda e falta de trabalhadores para ajudar na colheita, todos compostos a Temporada de aspargos azedos.

Obsessão da Alemanha com aspargos

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Mudança de gostos e tempos de mudança

O Escritório de Estatística Federal, ou Destatis, divulgou dados na quinta -feira, mostrando que a produção de aspargos caiu 3% em 2024, atingindo seu nível mais baixo desde 2013.

Destatis também registrou um declínio constante na última década em trabalhadores sazonais, ajudando os agricultores de aspargos. Na temporada de 2022-23, apenas 28% dos 243.000 trabalhadores sazonais da Alemanha estavam nos campos de aspargos.

Os aspargos podem ser vítimas de mudanças de gostos e custos crescentes de produtos frescos, bem como os agricultores dando alguns campos de aspargos em favor de outras culturas – pois a diversificação é vista como uma maneira de combater a devastação de mudança climática.



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Escola instala elevador para tornar ambiente mais acessível aos alunos com deficiência

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Enéas é um jovem de 24 anos, que enfrenta uma batalha contra um câncer no reto. Sem condições. ele vive diversas dificuldades após ter o INSS negado - Foto: SVB

A comunidade desta escola se uniu e conseguiu a instalação de um elevador para ajudar os alunos com deficiência. O momento foi muito comemorado!

O vídeo, compartilhado nas redes pela pesquisadora de Educação e fundadora do Instituto Cáue, Mariana Rosa, mostra a filha dela, Alice, usando pela primeira vez a nova funcionalidade.

Mariana contou que foram três anos de mobilização intensa entre os estudantes, famílias e educadoras. No último dia 29 de março o projeto saiu do papel, em São Paulo. Os amigos de Alice estavam na porta do elevador e quando ela foi fazer a primeira viagem, todo mundo vibrou com a conquista da acessibilidade!

Esforço coletivo

A instalação do elevador foi fruto de um esforço coletivo.

Como escola é tombada como patrimônio histórico e tem diversas barreiras arquitetônicas, o acesso de Alice a vários ambientes era improvisado, além de ser inseguro.

Para garantir que todos tivessem as mesmas condições, os alunos formaram comissões de acessibilidade.

A principal função era debater soluções e criar um plano realista para eliminar as barreiras no ambiente escolar.

Depois de anos de diálogo, debates e negociações, eles conseguiram!

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Conquista da acessibilidade

Alice foi a primeira a entrar no “Fantástico Elevador” e ganhou um bilhete dourado para isso.

O ticket dava direito a uma viagem com mais três amigos.

“A Marsella, amiga da Alice, foi sua companhia na primeira viagem do elevador”, contou a mãe da menina.

A comunidade escolar parou para ver o feito. Com todos os amigos reunidos, eles estouraram confete e vibraram bastante depois que a garota conseguiu o acesso.

“A invenção e a transgressão materializadas no elevador, que já não é “social” ou “de serviço”, mas “a serviço” daqueles que dele necessitam”, disse Mariana.

Muito além do elevador

A mãe também contou que o fato vai muito além de um elevador.

“É certo que a garantia da acessibilidade está longe de se resumir à instalação de um elevador. A acessibilidade curricular, inclusive, é um dos aspectos que mais demanda investimento (intelectual, afetivo, financeiro).”

Segundo a genitora, o momento foi de transformação.

“Mas a gente não celebrou a mera instalação do elevador. Ele só concretizou a transformação estrutural (material e simbólica) que podemos construir”, finalizou.

Veja como os alunos se juntaram para ver Alice!

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