POLÍTICA
Dino libera emendas parlamentares e Congresso reto…

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Marcela Rahal
O ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino liberou, nesta segunda-feira, 2, a retomada de pagamento das emendas parlamentares. O recurso, de cerca de 25 bilhões de reais, estava suspenso desde agosto, quando o magistrado decidiu que o Congresso adotasse critérios de transparência mais rígidos para o uso das emendas. Dino afirmou que tivemos uma grave situação no país em que bilhões de reais do Orçamento da União tiveram origem e destino incertos e não sabidos.
Com a liberação dos recursos, as votações que estavam paradas no Congresso devem ser destravadas. Pautas importantes como votação do pacote fiscal, reforma tributária, LDO e Orçamento de 2025 precisam ser analisados. O recesso começa oficialmente no dia 23 e o presidente da Câmara, Arthur Lira, não descarta convocar sessões também às segundas e sextas.
O diretor de política monetária e próximo presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou que o cenário atual aponta para “juros mais altos por mais tempo”. Em evento organizado pela XP Investimentos, em São Paulo, Galípolo explicou que parece lógico que, diante de uma economia que vem mostrando mais dinamismo do que o esperado, somado a uma moeda mais desvalorizada, a política econômica deve ser mais contracionista. Acompanhe o Giro Veja.
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POLÍTICA
Sérgio Moro alfineta Lula em evento de Ronaldo Caiado

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4 de abril de 2025
Nara Boechat
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Durante o lançamento da pré-candidatura à Presidência da República de Ronaldo Caiado (União Brasil), nesta sexta-feira, 4, em Salvador (BA), Sérgio Moro (União Brasil) disparou contra o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Para o senador, a corrida presidencial de 2026 já acabou, pois “ninguém aguenta mais o governo”. “Tenho certeza que em 2026 os partidos de direita e de centro vão se unir para a gente derrotar o PT porque o Lula a gente não aguenta mais”, afirmou Moro, que foi ministro da Justiça do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Ainda segundo o ex-magistrado, “a moral do país foi destruída” com a presidência atual. “A gente precisa ter um presidente forte e firme, que não passe a mão na cabeça dos criminosos como é este governo federal, conivente com o descontrole dos presos”, completou.
Leia também: O papelão de Felipe Neto ao mentir sobre candidatura à Presidência
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POLÍTICA
O que realmente significa o ‘tarifaço’ de Trump

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4 de abril de 2025
rprangel2004@gmail.com (Ricardo Rangel)
No que descreveu como “dia da libertação “, Donald Trump rasgou os tratados comerciais internacionais e aumentou unilateralmente as tarifas dos EUA sobre importação. Dezenas de países serão afetados — e vão retaliar.
As bolsas de valores despencaram em todo o mundo, refletindo a inevitável elevação de preços que virá, e a consequente queda nas vendas. O valor da ação da empresa mais afetada, a Apple, caiu mais de 9% em um só dia.
A tarifa para o Brasil ficou em 10%, bastante abaixo das tarifas adotadas contra outros países, e a redução do comércio dos outros com os EUA até pode abrir oportunidades para nosso país. O Brasil está correto em não reagir neste momento, mas isso não significa que a notícia possa ser boa para nós. Não é. É apenas menos ruim. E o problema real nem é a tarifa.
Os EUA, grandes vitoriosos em 1945, estabeleceram e lideraram desde então uma ordem mundial de organismos multilaterais e respeito a tratados. Com todos os seus muitos defeitos, essa ordem trouxe prosperidade nunca vista aos países que dela participaram. Sobretudo aos próprios EUA.
Nesta quarta-feira, Donald Trump, num gesto suicida, dinamitou essa ordem.
Os EUA, sob Trump, agora traem seus aliados históricos, ameaçam militarmente os vizinhos, desrespeitam tratados comerciais. Mais: sequestram seus próprios habitantes na calada da noite, levam-nos para destinos ignorados, descumprem ordens judiciais. Chantageiam universidades e violam sua autonomia. Trump está demolindo a democracia americana tão rápido que o país está se tornando irreconhecível.
O dano ainda pode ser revertido no plano interno, mas é quase impossível revertê-lo no plano externo. O resto do mundo entendeu que os EUA deixaram de ser um aliado e passaram a ser um potencial adversário. Isso não vai mudar — mesmo que Trump volte atrás em tudo o que já fez até agora.
Os maiores prejudicados pelas estúpidas decisões de Trump serão os próprios EUA, que que abriram mão do posto de líder mundial, da livre circulação de ideias e da capacidade de atrair capital humano de ponta.
Alguns setores comemorarão o fim da ordem mundial e o declínio americano como uma boa notícia. É um erro. A notícia não é boa nem para o Brasil nem para ninguém.
“Quem ganhar ou quem perder, nem quem ganhar nem perder, vai ganhar ou perder; vai todo mundo perder”, ensinou certa vez, em outro contexto, a filósofa Dilma Rousseff.
(Por Ricardo Rangel em 04/04/2025)
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POLÍTICA
A visita do chefe da Abin ao vice da comissão de I…

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4 de abril de 2025
Nicholas Shores
O diretor-geral da Abin, Luiz Fernando Corrêa, vai ao Senado na segunda-feira para uma reunião com Nelsinho Trad (PSD-MS), vice-presidente da Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência (CCAI), em meio ao escândalo sobre a suposta espionagem da agência brasileira ao governo do Paraguai.
Uma hora depois de Corrêa, separadamente, o senador vai receber representantes da União dos Profissionais de Inteligência de Estado da Abin (Intelis) para uma conversa sobre o mesmo tema.
Na próxima quarta-feira, a CCAI deve votar um requerimento do senador Esperidião Amin (PP-SC) para convidar o chefe da agência a prestar esclarecimentos sobre o caso à comissão.
Além de chamá-lo a comparecer ao colegiado, Amin pede que Corrêa envie, em até 20 dias, “todos os relatórios de inteligência, ou informações produzidas ou recebidas pela Abin, ainda que informalmente, sobre negociações entre o governo Brasileiro e o governo da República do Paraguai que tenha qualquer correlação que envolva a Usina Hidrelétrica de Itaipu”.
A crise resulta do vazamento do depoimento de um funcionário da Abin à Polícia Federal (PF), publicado pelo portal UOL. Na oitiva, o servidor teria dito que a agência comanda há anos operações de invasão hacker aos sistemas paraguaios e de autoridades envolvidas nas negociações do Anexo C da Usina de Itaipu.
Na última terça, o governo do Paraguai convocou o embaixador brasileiro no país, José Antônio Marcondes, para prestar esclarecimentos sobre o suposto monitoramento. A espionagem teria começado durante o mandato do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), mas seguiu em andamento depois de Corrêa, escolhido do presidente Lula para a Abin, assumir a diretoria.
O Ministério Público paraguaio também abriu um inquérito sobre o caso, afirmando que as ações “teriam como objetivo obter informações confidenciais relacionadas às negociações tarifárias da Usina Hidrelétrica de Itaipu, afetando supostamente os gabinetes de altos funcionários nacionais, incluindo o Presidente da República, membros do Congresso, o corpo diplomático e autoridades da ANDE (Administración Nacional de Electricidad)”.
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