POLÍTICA
Ex-lider do governo Bolsonaro é favorito para vice…

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5 meses atrásem
Gustavo Maia
Com a Primeira Vice-Presidência do Senado já prometida ao PL por Davi Alcolumbre para o próximo biênio, Eduardo Gomes, ex-líder do governo Bolsonaro no Congresso, é o mais cotado para a posição na Mesa Diretora.
Apesar de o senador do Tocantins já ser considerado pelo próprio Alcolumbre como o escolhido do seu partido, há outros interessados na legenda — que tem 14 representantes e a segunda maior bancada da Casa, atrás apenas do PSD (com 15).
O ex-presidente Jair Bolsonaro foi pessoalmente ao Senado na semana passada para articular o apoio da bancada do PL à candidatura de Alcolumbre. Hoje, sua principal bandeira é a aprovação de uma anistia aos presos nos ataques golpistas às sedes dos Três Poderes, em 8 de janeiro de 2023.
De acordo com o líder da sigla no Senado, Carlos Portinho, o momento não é de discutir quais nomes vão ocupar cargos, mas, sim, garantir que uma futura presidência de Alcolumbre respeite a proporcionalidade das bancadas na distribuição de espaços na Casa.
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POLÍTICA
O único número da nova pesquisa que anima Lula

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4 de abril de 2025
Matheus Leitão
Ressurgindo repaginado por Sidônio Palmeira em evento do governo nesta quarta, 3, quando deu toda pinta de que lutará um quarto mandato, Lula foi animado por um dado da pesquisa Quaest.
A popularidade em queda pela inflação de alimentos somada a uma comunicação outrora claudicante fez com que mais de 60% dos brasileiros defendam a sua aposentadoria política, de acordo com o levantamento.
Mas é aí que começa a morar a novidade.
Dezoito por cento daqueles que rejeitam o governo dizem votar em Lula em um eventual segundo turno. E por que? Aparentemente, por falta de opção. Ao menos para esse eleitor.
É que as opções são muitas. Daí, o que mais anima Lula, segundo interlocutores.
O petista ganha contra Jair Bolsonaro Inelegível (44% a 40%), Michelle Bolsonaro (44% a 38%), Tarcisio de Freitas (43% a 37%), que tem os dados mais interessantes entre os opositores, Ratinho Júnior (42% a 35%), Pablo Marçal (44% a 35%), Eduardo Bolsonaro (45% a 34%), Romeu Zema (43% a 31%) e Ronaldo Caiado (45% a 30%).
Os dados mostram que nem tudo é terra arrasada para quem estava vivendo seu pior inferno astral na política devido ao preço do ovo.
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POLÍTICA
Um ‘esquecimento’ do governo faz barulho em reunião sobre bets

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4 de abril de 2025
Matheus Leitão
A Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda deixou os municípios fora da reunião que irá elaborar o Sistema Nacional de Apostas. Para eles, as bets municipais são irregulares
Uma reunião que acontece nesta sexta-feira, 4, no Ministério da Fazenda, vem causando confusão no mundo das bets. A Secretaria de Prêmios e Apostas convidou um representante de cada Estado do país e do Distrito Federal para participar da elaboração do Sistema Nacional de Apostas. Só que a SPA esqueceu de convidar as dezenas de municípios que já regulamentaram com leis e decretos as próprias bets municipais.
Questionado via ofício pela Associação Nacional das Loterias Municipais e Estaduais (Analome), o secretário nacional de Prêmios e Apostas, Regis Dudena, respondeu que a “constituição de um Sistema Nacional de Apostas, como implementação de um federalismo cooperativo, é vista como uma questão prioritária para a SPA/MF”, mas “(…) não há previsão legal para a exploração das apostas de quota fixa por municípios”.
O problema é que essa discussão ainda vai longe. No fim do mês passado, ela chegou, inclusive, ao Supremo Tribunal Federal (STF). Sob a relatoria do ministro Kássio Nunes Marques, a ADPF 1212, do Solidariedade, pede a suspensão, por liminar, dessas leis e decretos que regulamentam loterias e apostas on-line municipais, pedindo a declaração de inconstitucionalidade. Neste momento, o ministro aguarda pronunciamento da Procuradoria-Geral da República e da Advocacia-Geral da União sobre a controvérsia.
Esta não é a primeira vez que o STF é chamado para a discussão. Em 2020, no julgamento das ADPFs 492 e 493 e ADI 4986, os ministros reforçaram a exclusividade da União para legislar sobre sistemas de consórcios e sorteios, mas reconheceram que, tendo caráter de “serviço público”, a legislação federal não pode impor a nenhum “ente federativo restrição à exploração de serviço público para além daquelas já previstas no texto constitucional”. Ou seja, não pode legislar, mas pode explorar.
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POLÍTICA
Por que a PEC da segurança sofre resistência até d…

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3 horas atrásem
4 de abril de 2025
Gustavo Maia
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O Ministério da Justiça recebeu do Planalto a sinalização de que a PEC da segurança pública será finalmente enviada ao Congresso na semana que vem. A proposta andava travada no palácio.
A ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), Gleisi Hoffmann, marcou um café na próxima terça-feira na residência oficial da presidência da Câmara para Ricardo Lewandowski apresentar a proposta a Hugo Motta (Republicanos-PB) e líderes da Casa.
No entanto, a PEC enfrenta resistência até de gente da base de Lula. Líderes governistas acham que o debate sobre a proposta pode contaminar a “pauta positiva” do projeto de lei da isenção do Imposto de Renda até 5.000 reais e que não terão como lutar nas duas frentes.
Temem ainda que uma comissão especial sobre a PEC acabe caindo nas mãos de bolsonaristas radicais. Uma exacerbação que esses líderes têm usado como exemplo do risco é que, nesse cenário, deputados do PL poderiam até forçar a inclusão da pena de morte no texto.
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