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Libertadores: Botafogo abre 5 a 0 no Peñarol na semifinal – 23/10/2024 – Esporte

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Libertadores: Botafogo abre 5 a 0 no Peñarol na semifinal - 23/10/2024 - Esporte

A Copa Libertadores está muito perto de nova decisão entre clubes brasileiros, algo que ocorreu em três de suas últimas quatro edições. Na noite de quarta-feira (23), um dia após o Atlético Mineiro ter vencido o River Plate por 3 a 0 em Belo Horizonte, o Botafogo conseguiu placar ainda maior contra o Peñarol, no Rio de Janeiro, no outro confronto semifinal: 5 a 0.

Os alvinegros, assim, deram enormes passos rumo à final –em jogo único, marcado para 30 de novembro, no estádio Monumental de Núñez, em Buenos Aires. O Botafogo entrará em campo na partida de volta das semifinais, na próxima quarta (30), em Montevidéu, podendo perder por até quatro gols. Se perder por cinco, ainda terá a chance de avançar nos pênaltis.

O Brasil vai dando sequência, dessa maneira, ao domínio que estabeleceu no futebol sul-americano de clubes. Se vem sofrendo nas disputas continentais de seleções, o país teve um de seus representantes como campeão nas cinco Libertadores mais recentes. A última decisão sem nenhum brasileiro ocorreu em 2018.

O Botafogo, que jamais alcançou a final, foi amplamente superior ao Peñarol no Engenhão. Após um primeiro tempo tenso, de poucas chances e muitas discussões –o ambiente parecia influenciado pelas ocorrências registradas no início da tarde, no Rio, com a prisão de ao menos 280 torcedores uruguaios por guerra com policiais na zona oeste, o time deslanchou na etapa final.

Quando finalmente a retranca uruguaia foi furada, os gols saíram em profusão. O primeiro deles foi de Savarino, aos seis minutos, com bonito passe de Luiz Henrique. Alexander Barboza, em escanteio, aos dez, e Savarino, em falha do goleiro Aguerre, aos 14, ampliaram. O placar foi fechado com bela finalização de Luiz Henrique, aos 28, e cabeceio de Igor Jesus, aos 34.



Leia Mais: Folha

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Donald Trump para se tornar o primeiro presidente dos EUA para participar do Super Bowl | Super Bowl

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Donald Trump para se tornar o primeiro presidente dos EUA para participar do Super Bowl | Super Bowl

Guardian sport

Donald Trump se tornará o primeiro presidente dos EUA a participar do Super Bowl quando ele assistir ao jogo de domingo entre o Kansas City Chiefs e a Philadelphia Eagles em Nova Orleans.

Um funcionário da Casa Branca confirmou a decisão de Trump à Associated Press na terça -feira. Os vice-presidentes dos EUA, incluindo Al Gore e George HW Bush, participaram do Super Bowls no passado.

Trump também se sentará para uma entrevista pré-gravada que será exibida no programa antes do jogo da Fox, a emissora dos EUA deste ano para o Super Bowl. O antecessor de Trump, Joe Biden, se recusou a se sentar para uma entrevista no Super Bowl em 2023 e 2024, assim como Trump em 2018, durante seu primeiro mandato como presidente.

Trump é um fã de esportes afiados e é frequentemente visto em torneios de golfe e jogos de futebol universitário. Enquanto ele foi aplaudido nos jogos, durante seu primeiro mandato como presidente, ele foi zombado e recebido com cantos de “trancá -lo” pelos fãs do Washington Nationals Durante uma aparição na World Series de 2019. No fim de semana passado Os fãs canadenses da NBA e NHL vaiaram O hino nacional dos EUA, como Trump, ameaçava tarifas sobre bens americanos.

Trump não disse em qual equipe ele apoiará no domingo, embora não seja uma surpresa se ele optar pelo Chiefs. Os Eagles foram desinvitados da Casa Branca de Trump Em 2018, após sua última vitória no Super Bowl, enquanto várias figuras ao redor dos chefes, incluindo o kicker Harrison Butker e Brittany Mahomesa esposa do quarterback da cidade de Kansas, Patrick Mahomes, se alinhou com o movimento do maga. Trump também parabenizou os Chiefs quando chegaram ao Super Bowl batendo no Buffalo Bills, um elogio que ele não se estendeu aos Eagles.

“Parabéns aos chefes de Kansas City”, disse Trump nas mídias sociais. “Que ótimo time, treinador, zagueiro e praticamente todo o resto, incluindo os fãs fantásticos, que votaram em mim (MAGA!) Em números recordes. Da mesma forma, parabéns às Buffalo Bills por uma tremenda temporada. Eles vão ganhar muito por muito tempo no futuro !!! ”

A decisão é uma reviravolta no relacionamento de Trump com a NFL. Ele dedicou tempo significativo a atacando a liga Em seu primeiro mandato, depois que os jogadores começaram a ajoelhar -se para o hino nacional em protesto contra a injustiça social e racial.



Leia Mais: The Guardian

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Trump dobra sobre nós “Propriedade” de Gaza | Conflito Israel-Palestino

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Trump dobra sobre nós "Propriedade" de Gaza | Conflito Israel-Palestino

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Em uma entrevista coletiva com o primeiro -ministro israelense Benjamin Netanyahu, o presidente dos EUA, Donald Trump, dobrou as observações sobre os Estados Unidos que possuem e reconstruíam Gaza. “É algo que pode mudar a história”, acrescentou Netanyahu.



Leia Mais: Aljazeera

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Portões de Auschwitz: uma imagem e mil palavras – 04/02/2025 – Opinião

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Portões de Auschwitz: uma imagem e mil palavras - 04/02/2025 - Opinião

VÁRIOS AUTORES (nomes ao final do texto)

Os dizeres “Arbeit Macht Frei” (“O Trabalho Liberta”, em português) foram escolhidos por escárnio pelos nazistas para serem colocados na entrada de diversos campos de concentração e/ou extermínio, como Theresienstadt, na atual República Tcheca, Dachau, na Alemanha, e o mais conhecido entre todos, Auschwitz-Birkenau, na Polônia ocupada.

Durante a Segunda Guerra Mundial, havia mais de mil campos de diferentes categorias operados pelos nazistas. Entre todos, Auschwitz-Birkenau entrou para a história como o símbolo máximo do aniquilamento de minorias perpetrado pelo regime hitlerista e seu processo industrial aplicado ao genocídio, incluindo câmaras de gás e fornos crematórios. Um milhão entre os 6 milhões de judeus vítimas do Holocausto morreram ali. Dos 5 milhões de pessoas de outros grupos e minorias assassinados durante a guerra, 100 mil eram internos desse campo.

Charge publicada nesta Folha no dia 31 de janeiro usou o icônico portão arqueado de Auschwitz, mas substituindo a frase “Arbeit Macht Frei” por “Guantánamo” —algo extremamente ofensivo à memória das vítimas.

É verdade que a liberdade de expressão permite a circulação dessa imagem; no entanto, a reprodução do conjunto simbólico nazista deveria ser evitada. Não por censura, mas por ética.

No desenho, há também um boné vermelho com a inscrição “MAGA” (acrônimo de “Make America Great Again”, ou “faça a América grande de novo”, em português), da campanha de Donald Trump, e três prisioneiros vestindo um uniforme listrado, semelhante aos usados em Auschwitz.

Diante de notícias recentes —o presidente norte-americano divulgou que pretende enviar 30 mil imigrantes ilegais para Guantánamo—, tenta-se atribuir similaridade entre a nova política imigratória dos EUA e o local do maior assassinato em massa da história.

Para quem entrou por aqueles portões —além de judeus, romani e sinti (ciganos), homens gays, comunistas, testemunhas de Jeová, prisioneiros políticos, entre outros—, Auschwitz foi sinônimo de trabalhos forçados, fome, doenças, agressões e morte, num confinamento absoluto entre cercas elétricas e torres de vigilância, de um lado, e, de outro, chaminés por onde saíam as cinzas dos corpos incinerados.

No último dia 27 de janeiro, lembramos os 80 anos da libertação de Auschwitz pelas tropas soviéticas. Na cerimônia realizada no local, ex-prisioneiros usavam vestimentas como as da charge infeliz.

Confeccionados em tecido fino, com listras azuis, por si só os uniformes constituíam uma das incontáveis torturas sofridas pelas vítimas sob a neve do inverno polonês e entraram para a história como símbolo desse sofrimento.

Os trilhos dos trens que carregavam pessoas como animais, o portão com a frase ignóbil, as tatuagens de identificação dos presos, as fotos dos sobreviventes esquálidos encontrados pelos libertadores, as marcas de unhas nas paredes das câmaras de gás, as pilhas de corpos e até o próprio nome Auschwitz estão ligados a um tempo e espaço e devem ser respeitados.

Induzir falsas simetrias com eventos contemporâneos alimenta o negacionismo, a trivialização e a desinformação. Perdemos todos.

André Lajst

Cientista político e presidente-executivo da StandWithUs Brasil

Fernando K. Lottenberg

Advogado, é comissário da OEA para o Monitoramento e Combate ao Antissemitismo)

Sabrina Abreu

Jjornalista, escritora e diretora de comunicação e cultura da StandWithUs Brasil

Sofia Débora Levy

Representante para a Memória do Holocausto do Congresso Judaico Latino-Americano e diretora educacional do Memorial às Vítimas do Holocausto

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Os artigos publicados com assinatura não traduzem a opinião do jornal. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate dos problemas brasileiros e mundiais e de refletir as diversas tendências do pensamento contemporâneo.



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