POLÍTICA
“Lula está no comando e tem que desejar sorte a el…

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Nicholas Shores
O cantor Gusttavo Lima afirmou, em entrevista ao programa “PODK Liberados”, apresentado pelos senadores Jorge Kajuru (PSB-GO) e Leila Barros (PDT-DF) na RedeTV!, que, como o presidente Lula está no comando do país, é preciso desejar “toda sorte” a ele. “Se der errado o governo dele, nós estamos, ó…”, acrescentou o sertanejo, fazendo um gesto em que bate com a palma da mão no outro punho cerrado.
Logo antes dessa declaração, Kajuru havia relatado que Lula teria ouvido de outras pessoas que os cantores Leonardo e Gusttavo Lima teriam “ódio” por ele. A entrevista será exibida no próximo domingo à noite.
Kajuru é presidente da CPI da Manipulação de Resultados e Apostas Esportivas do Senado.
“Tenho as minhas convicções, as minhas ideologias, as coisas que o meu pai e a minha mãe me ensinaram. Tenho as minhas preferências e está tudo bem, os meus princípios, nada muda. Mas não é por causa disso que eu vou torcer para que o governo dê errado”, disse Lima, em trecho antecipado ao Radar.
“Não pode dar errado. Se der errado, vai dar errado para todo mundo. Estamos na democracia. Ganhou, maravilha, estamos aqui para apoiar. Pô, fazer merda, nós vamos ser os primeiros a cobrar. A gente não é oposição. A gente está no mesmo barco e, se afundar, afunda todo mundo”, acrescentou.
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O que realmente significa o ‘tarifaço’ de Trump

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4 de abril de 2025
rprangel2004@gmail.com (Ricardo Rangel)
No que descreveu como “dia da libertação “, Donald Trump rasgou os tratados comerciais internacionais e aumentou unilateralmente as tarifas dos EUA sobre importação. Dezenas de países serão afetados — e vão retaliar.
As bolsas de valores despencaram em todo o mundo, refletindo a inevitável elevação de preços que virá, e a consequente queda nas vendas. O valor da ação da empresa mais afetada, a Apple, caiu mais de 9% em um só dia.
A tarifa para o Brasil ficou em 10%, bastante abaixo das tarifas adotadas contra outros países, e a redução do comércio dos outros com os EUA até pode abrir oportunidades para nosso país. O Brasil está correto em não reagir neste momento, mas isso não significa que a notícia possa ser boa para nós. Não é. É apenas menos ruim. E o problema real nem é a tarifa.
Os EUA, grandes vitoriosos em 1945, estabeleceram e lideraram desde então uma ordem mundial de organismos multilaterais e respeito a tratados. Com todos os seus muitos defeitos, essa ordem trouxe prosperidade nunca vista aos países que dela participaram. Sobretudo aos próprios EUA.
Nesta quarta-feira, Donald Trump, num gesto suicida, dinamitou essa ordem.
Os EUA, sob Trump, agora traem seus aliados históricos, ameaçam militarmente os vizinhos, desrespeitam tratados comerciais. Mais: sequestram seus próprios habitantes na calada da noite, levam-nos para destinos ignorados, descumprem ordens judiciais. Chantageiam universidades e violam sua autonomia. Trump está demolindo a democracia americana tão rápido que o país está se tornando irreconhecível.
O dano ainda pode ser revertido no plano interno, mas é quase impossível revertê-lo no plano externo. O resto do mundo entendeu que os EUA deixaram de ser um aliado e passaram a ser um potencial adversário. Isso não vai mudar — mesmo que Trump volte atrás em tudo o que já fez até agora.
Os maiores prejudicados pelas estúpidas decisões de Trump serão os próprios EUA, que que abriram mão do posto de líder mundial, da livre circulação de ideias e da capacidade de atrair capital humano de ponta.
Alguns setores comemorarão o fim da ordem mundial e o declínio americano como uma boa notícia. É um erro. A notícia não é boa nem para o Brasil nem para ninguém.
“Quem ganhar ou quem perder, nem quem ganhar nem perder, vai ganhar ou perder; vai todo mundo perder”, ensinou certa vez, em outro contexto, a filósofa Dilma Rousseff.
(Por Ricardo Rangel em 04/04/2025)
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A visita do chefe da Abin ao vice da comissão de I…

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4 de abril de 2025
Nicholas Shores
O diretor-geral da Abin, Luiz Fernando Corrêa, vai ao Senado na segunda-feira para uma reunião com Nelsinho Trad (PSD-MS), vice-presidente da Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência (CCAI), em meio ao escândalo sobre a suposta espionagem da agência brasileira ao governo do Paraguai.
Uma hora depois de Corrêa, separadamente, o senador vai receber representantes da União dos Profissionais de Inteligência de Estado da Abin (Intelis) para uma conversa sobre o mesmo tema.
Na próxima quarta-feira, a CCAI deve votar um requerimento do senador Esperidião Amin (PP-SC) para convidar o chefe da agência a prestar esclarecimentos sobre o caso à comissão.
Além de chamá-lo a comparecer ao colegiado, Amin pede que Corrêa envie, em até 20 dias, “todos os relatórios de inteligência, ou informações produzidas ou recebidas pela Abin, ainda que informalmente, sobre negociações entre o governo Brasileiro e o governo da República do Paraguai que tenha qualquer correlação que envolva a Usina Hidrelétrica de Itaipu”.
A crise resulta do vazamento do depoimento de um funcionário da Abin à Polícia Federal (PF), publicado pelo portal UOL. Na oitiva, o servidor teria dito que a agência comanda há anos operações de invasão hacker aos sistemas paraguaios e de autoridades envolvidas nas negociações do Anexo C da Usina de Itaipu.
Na última terça, o governo do Paraguai convocou o embaixador brasileiro no país, José Antônio Marcondes, para prestar esclarecimentos sobre o suposto monitoramento. A espionagem teria começado durante o mandato do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), mas seguiu em andamento depois de Corrêa, escolhido do presidente Lula para a Abin, assumir a diretoria.
O Ministério Público paraguaio também abriu um inquérito sobre o caso, afirmando que as ações “teriam como objetivo obter informações confidenciais relacionadas às negociações tarifárias da Usina Hidrelétrica de Itaipu, afetando supostamente os gabinetes de altos funcionários nacionais, incluindo o Presidente da República, membros do Congresso, o corpo diplomático e autoridades da ANDE (Administración Nacional de Electricidad)”.
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Matheus Leitão
Ressurgindo repaginado por Sidônio Palmeira em evento do governo nesta quarta, 3, quando deu toda pinta de que lutará um quarto mandato, Lula foi animado por um dado da pesquisa Quaest.
A popularidade em queda pela inflação de alimentos somada a uma comunicação outrora claudicante fez com que mais de 60% dos brasileiros defendam a sua aposentadoria política, de acordo com o levantamento.
Mas é aí que começa a morar a novidade.
Dezoito por cento daqueles que rejeitam o governo dizem votar em Lula em um eventual segundo turno. E por que? Aparentemente, por falta de opção. Ao menos para esse eleitor.
É que as opções são muitas. Daí, o que mais anima Lula, segundo interlocutores.
O petista ganha contra Jair Bolsonaro Inelegível (44% a 40%), Michelle Bolsonaro (44% a 38%), Tarcisio de Freitas (43% a 37%), que tem os dados mais interessantes entre os opositores, Ratinho Júnior (42% a 35%), Pablo Marçal (44% a 35%), Eduardo Bolsonaro (45% a 34%), Romeu Zema (43% a 31%) e Ronaldo Caiado (45% a 30%).
Os dados mostram que nem tudo é terra arrasada para quem estava vivendo seu pior inferno astral na política devido ao preço do ovo.
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