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Natalia Beauty na CasaFolha: cobro R$ 12.500 a sobrancelha – 17/11/2024 – Poder

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Uirá Machado

Natalia Beauty começou a fazer sobrancelhas por acaso há menos de dez anos, quando uma profissional da clínica de estética onde ela trabalhava se demitiu e deixou para trás dezenas de clientes com serviços pendentes. Eram retoques de micropigmentação, algo que mais ninguém no local sabia fazer.

O primeiro impulso da clínica foi devolver o dinheiro, mas Natalia propôs um caminho diferente: por que ela própria não fazia um curso rápido para aprender o básico e evitar o desfalque de caixa? Ela cuidava da parte gerencial, então não parecia uma grande ideia —só que ninguém teve uma melhor.

“Da vontade de resolver um problema, eu abri a porta da maior oportunidade da minha vida. Eu falo isso para todo mundo: as maiores oportunidades geralmente estão nos problemas que ninguém quer resolver”, afirma na CasaFolha, a plataforma de streaming com cursos exclusivos recém-lançada pelo jornal.

Seu serviço, de acordo com ela própria, era ruim naquela época; mas, apostando no bom atendimento, ela conseguiu fazer com que as clientes voltassem e ainda indicassem amigas.

A experiência deu tão certo que, em pouco tempo, Natalia abriu seu próprio negócio, lidou com dívidas pessoais de quase R$ 100 mil e se tornou um dos principais nomes do setor de beleza no Brasil —a ponto de, hoje em dia, cobrar R$ 12.500 para fazer sobrancelha.

“O meu tempo para atendimento é mais escasso, então a minha hora ficou mais cara”, diz em seu curso na CasaFolha, acrescentando que, de fato, fazer a sobrancelha não vale tudo isso.

“Mas as pessoas pagam R$ 12.500 para estar comigo uma hora e meia, para me perguntar sobre a empresa delas, para pedir conselho sobre os próximos passos. [A pessoa paga] para depois falar que foi atendida não pela equipe da Natalia, mas pela Natalia. Porque gera um certo status. Então as pessoas compram o acesso”, explica.

“Quem paga para fazer comigo —e tem fila de espera— é quem quer esse além da sobrancelha: quer entender como eu construí a minha marca, quer dicas de rede social. Se a gente parar para pensar, é uma mentoria individual de uma hora e meia, e a pessoa ainda sai mais bonita.”

Fundadora do Natalia Beauty Group, que hoje reúne 14 empresas com atuação em todo o Brasil e no exterior, ela dedica parte de suas aulas na CasaFolha a ensinar diversas técnicas que utiliza em seus negócios para fidelizar clientes e conquistar mercados —incluindo maneiras de crescer nas redes sociais, onde ela tem mais de 11 milhões de seguidores.

O curso completo está disponível para assinantes em casafolhasp.com.br. Com desconto de 67% no lançamento, o plano anual sai por R$ 19,90 por mês (R$ 59,90 sem a promoção) e inclui acesso ilimitado a todas as notícias da Folha no site e no aplicativo para celular e tablet.

Quem já é assinante do jornal não precisa de uma nova assinatura; basta fazer o upgrade em condições especiais em casafolhasp.com.br/upgrade.

A plataforma já conta com aulas de 12 grandes personalidades. Há nomes como a Monja Coen, que ensina meditação, o ex-ministro Pedro Malan, que fala sobre análise econômica, e Bruno Gualano, professor da USP que explica o que de fato funciona para emagrecer e o que a ciência sabe sobre alimentação e exercícios físicos.

Além disso, novos conteúdos são incluídos todos os meses. Na próxima quinta-feira (21), por exemplo, será a estreia do curso “A arte de contar histórias”, comandado por José Padilha, diretor e roteirista de sucessos como o filme “Tropa de Elite” e a série “Narcos”, da Netflix.

As lições do cineasta vão inaugurar uma nova jornada na CasaFolha, chamada “Comunicação e Criatividade”; as de Natalia Beauty integram o núcleo intitulado “Dinheiro e Carreira”, voltado para temas como liderança e empreendedorismo.

“Nesse curso, eu vou contar para vocês qual foi o diferencial para, em sete anos, eu sair de um cenário de muitas dívidas para um ecossistema, um império milionário na área da beleza e outras áreas que já estamos acoplando dentro do grupo”, diz a empresária, que é colunista da Folha.

Uma das primeiras lições que ela passa é um dos primeiros ensinamentos que aprendeu no mundo dos negócios: bom atendimento faz toda a diferença.

Natalia leva essa teoria às últimas consequências. Por exemplo, em sua clínica na avenida Rebouças, em São Paulo, busca maneiras variadas de despertar sensações positivas nos clientes, no que ela chama de marketing dos cinco sentidos.

A visão ela ativa com a fachada cheia de rosas; o olfato, com essência relaxante no ambiente; o paladar, com um capuccino de nutella e bolos caseiros; a audição, com playlists pensadas para cada dia da semana; e o tato, com abraços e massagens.

“Quando a gente ativa os cinco sentidos do cliente, a gente desperta o sexto sentido dele, que é inconsciente: ele se apaixona por você e se torna um ‘brand lover’, que é um apaixonado pela sua marca.”

A empresária afirma que, ao gerar memórias afetivas positivas, ela aumenta a chance de um cliente se lembrar de sua marca e de recomendar sua clínica a outras pessoas. E, para voltar aos R$ 12.500 da sobrancelha, também aumenta o preço de seus próprios serviços.

“Realmente, é chocante”, diz Natalia. “Mas gente, de verdade: não é sobre sobrancelha; é o valor que eu gerei em torno da marca.”

Como assinar a CasaFolha

Para assinar a plataforma, basta entrar em casafolhasp.com.br/assine. A assinatura, com desconto de 67% no lançamento, sai por R$ 19,90 por mês no plano anual (R$ 59,90 sem a promoção) e inclui acesso ilimitado a todas as notícias da Folha no site e no app.

Quem já é assinante do jornal não precisa de nova assinatura. Basta fazer o upgrade em condições especiais para ter à disposição todo o conteúdo da CasaFolha: casafolhasp.com.br/upgrade.

Os cursos da CasaFolha


  • JORNADA COMUNICAÇÃO E CRIATIVIDADE

José Padilha é diretor, roteirista e produtor. Um dos cineastas mais importantes da atualidade, comandou sucessos como “Tropa de Elite”, “Narcos”, “RoboCop” e “Ônibus 174”. Recebeu dezenas de prêmios internacionais, como o Emmy e o Urso de Ouro do Festival de Berlim.

Curso – A arte de contar histórias (estreia em 21 de novembro)

A partir de sua experiência em filmes, séries e documentários, ele fala sobre todas as etapas do audiovisual, da criação de roteiros à montagem da obra, passando pela construção de personagens e pela condução da narrativa, entre outros temas.


  • JORNADA DINHEIRO E CARREIRA

Ana Karina Bortoni, referência em conselho empresarial, é especialista em liderança, gestão e empreendedorismo. Atuou quase 20 anos na consultoria McKinsey e foi a primeira mulher CEO de banco de capital aberto no Brasil, quando liderou um processo de transformação no BMG

Curso – Inovar para evoluir

Ana Karina Bortoni explica a importância da evolução pessoal e corporativa. Ela dá dicas para líderes comandarem esse tipo de transformação nas empresas e discute temas importantes como o papel dos conselhos e o dilema trabalho presencial X trabalho remoto.

Candido Bracher foi presidente do Itaú Unibanco, o maior banco privado do Brasil. Em sua trajetória de 40 anos como executivo do setor financeiro, fundou o banco BBA e presidiu o Itaú BBA. É colunista da Folha

Curso – O novo papel do líder e a sustentabilidade

Como pensa um CEO? Candido Bracher oferece insights ao relembrar sua trajetória no setor financeiro, explica por que os líderes atuais precisam atuar contra as mudanças climáticas e aponta oportunidades na agenda ambiental.

Edu Lyra, influencer, empreendedor social multipremiado, é fundador e CEO da ONG Gerando Falcões, um ecossistema dedicado à superação da pobreza nas favelas

Curso – Os caminhos do empreendedor

Nascido em uma região extremamente pobre, Edu Lyra revela os segredos para ser um empreendedor de sucesso. Em pouco mais de dez anos, ele construiu uma rede que já impactou mais de 5.000 favelas no Brasil.

Natalia Beauty é multiempreendedora e fundadora do Natalia Beauty Group, com atuação no mercado da beleza. Com serviços admirados por celebridades, ela tem mais de 11 milhões de seguidores nas redes sociais. É colunista da Folha

Curso – Criando marcas de valor

Natalia Beauty ensina a valorizar uma marca. Ela explica noções sobre mentalidade, cultura de empresa, branding, causa social, movimento de marca e marketing dos 5 sentidos. Ela também dá dicas para crescer nas redes sociais.

Pedro Malan é um dos maiores economistas do Brasil. Foi ministro da Fazenda nos dois mandatos de FHC, presidente do Banco Central, negociador-chefe da dívida externa brasileira e representante do Brasil na Diretoria Executiva do Banco Mundial

Curso – Uma nova visão sobre a economia

Pedro Malan ensina a analisar a economia a partir de algumas tríades: a relação entre passado, presente e futuro; o olhar de curto, médio e longo prazo; a dinâmica nacional, regional e global; a articulação entre economia, política institucional e sociedade.

Rachel Maia, empresária e conselheira executiva, é CEO da RM Consulting e fundadora do Instituto Capacita-me. Primeira mulher negra CEO de grande empresa no Brasil, presidiu a Lacoste e as joalherias Tiffany e Pandora

Curso – Como alavancar sua carreira

Rachel Maia ensina os caminhos para alavancar a carreira no mundo corporativo. Ela analisa algumas regras do jogo, explica a importância de buscar aperfeiçoamento e dá dicas para a entrevista de emprego, para se comportar no ambiente de trabalho e para exercer cargos de liderança.


  • JORNADA TRANSFORMAÇÃO PESSOAL E BEM-ESTAR

Alexandre Kalache é médico gerontólogo e um dos maiores especialistas do mundo em longevidade. Foi diretor do Departamento de Envelhecimento e Saúde da OMS (Organização Mundial da Saúde) por mais de dez anos e é presidente do Centro Internacional de Longevidade Brasil

Curso – Envelhecimento ativo

Alexandre Kalache ensina o que é preciso saber para viver mais e melhor. Ele explica o que é a revolução da longevidade, fala de suas consequências e propõe um mantra: “quanto mais cedo você começar a se preparar para a velhice, melhor – mas nunca é tarde demais”.

Bruno Gualano é doutor em educação física e esporte pela USP e fundador do Centro de Medicina do Estilo de Vida, onde conduz pesquisas científicas sobre nutrição e exercício. Classificado como um dos cientistas mais influentes do mundo, tem trabalhos premiado nessa área e é colunista da Folha

Curso – Fitness: o que funciona para uma mudança verdadeira

Bruno Gualano ensina o que sabemos sobre dois pilares da saúde e do bem-estar: alimentação saudável e atividade física. Com seu olhar de cientista, ele explica o que funciona e o que é bobagem no mundo fitness e dá dicas para quem quiser se manter em forma.

Monica Andersen, doutora em psicobiologia, é professora da Unifesp, onde chefia a disciplina biologia do sono. Listada como uma das cientistas mais influentes do mundo, é diretora do Instituto do Sono e integrante da Sociedade Brasileira do Sono e da Sleep Research Society

Curso – A ciência do sono

Monica Andersen ensina a dormir melhor. Ela apresenta o que a ciência sabe sobre o tema, aponta maneiras de identificar problemas ligados ao sono, fala sobre a relação do sono com a sexualidade e dá dicas úteis para todas as pessoas.

Monja Coen é missionária oficial da tradição zen-budista Soto Shu, com sede no Japão. Fundadora da comunidade Zendo Brasil, tem mais de 300 discípulos e publicou mais de 30 livros, entre os quais “Aprenda a Viver O Agora” e “O Sofrimento É Opcional”

Curso – O poder da meditação

Monja Coen Roshi ensina técnicas de zazen, a prática da meditação sentada. Ela também fala dos princípios do zen-budismo e dá dicas sobre como lidar com o sofrimento, melhorar a tomada de decisões e aprender a viver o agora.

Suzana Herculano-Houzel é bióloga e neurocientista da Universidade Vanderbilt (Estados Unidos). Premiada internacionalmente, é a primeira mulher editora-chefe no Journal of Comparative Neurology. Entre seus vários livros está “A Vantagem Humana – Como Nosso Cérebro se Tornou Superpoderoso”. É colunista da Folha

Curso – O potencial do cérebro

Suzana Herculano-Houzel ensina por que nosso cérebro se tornou superpoderoso e, com base nos conhecimentos da neurociência, mostra o que podemos fazer para nos tornarmos mais inteligentes, tomarmos decisões melhores e sermos mais felizes.

Vera Iaconelli é psicanalista e doutora em psicologia pela USP. Diretora do Instituto Gerar de Psicanálise, escreveu os livros “Criar Filhos no Século XXI” e “Manifesto Antimaternalista”. É colunista da Folha

Curso – Criar filhos no século 21

Criar filhos sempre foi difícil, mas o século 21 impõe desafios inéditos a pais, mães e qualquer pessoa que decida se dedicar a essa tarefa. Vera Iaconelli faz uma discussão profunda sobre o assunto e traz insights sobre temas como internet, crise da adolescência e dificuldade para estabelecer limites.



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O que vem a seguir para a Coréia do Sul após a remoção de Yoon? – DW – 04/04/2025

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O que vem a seguir para a Coréia do Sul após a remoção de Yoon? - DW - 04/04/2025

O Tribunal Constitucional da Coréia do Sul na sexta -feira confirmou o impeachment do Presidente Yoon Suk Yeolremovê -lo do cargo precisamente 111 dias depois que ele declarou brevemente a lei marcial e desencadeou uma crise política.

O anúncio ocorreu após uma votação unânime de oito para o zero dos juízes e foi recebida com gritos de deleite e palmas entre dezenas de milhares de manifestantes anti-yoon no centro de Seul.

A uma curta distância, os apoiadores do presidente deposto estavam chorando e expressando sua indignação com a decisão.

Com a decisão tomada, a Coréia do Sul deve realizar eleições para instalar um novo presidente e governo. A mudança ocorre quando o país enfrenta sérios desafios, incluindo dificuldades econômicas causadas pelas tarifas dos EUA e pela crescente ameaça à segurança representada pela Coréia do Norte.

“A decisão era de se esperar e, para os propósitos da estabilidade, esse é o melhor resultado, porque declarar a lei marcial em dezembro foi um ato insano”, disse Kim Sang-woo, ex-político do Congresso Nacional de Nova Política e agora membro do Conselho da Fundação de Paz Kim Dae-Jung.

Yoon Suk Yeol em uma audiência de impeachment em 13 de fevereiro
Yoon permaneceu desafiador durante todo o processo de impeachmentImagem: AFP

O que vem a seguir?

“Devemos esperar agora e o próximo passo será uma eleição daqui a dois meses”, disse ele à DW.

Lee Jae-Myung, o chefe do Partido Democrata de esquerda (DPK), é o favorito para vencer a eleição e substituir o Partido do Power Povo de Yoon (PPP), embora Kim aponte que Lee tem vários esqueletos em seu próprio armário político, e ele está longe de ser garantido de vitória.

“Lee é um populista e um homem inteligente, mas ele está enfrentando alguns problemas legais sérios. Acredito que ainda existem cinco ações judiciais em andamento contra ele, e essa é uma oportunidade para quem o PPP coloca como candidato”, acrescentou.

Os conservadores inevitavelmente se opõem a Lee tomar a presidência e os eleitores de mente independente podem muito bem evitar sua reputação, disse Kim, enquanto as implicações de uma vitória de Lee são graves.

“Se ele se tornar presidente, então nos encontraremos em uma situação semelhante a agora com Yoon”, disse ele. “Haverá instabilidade em um governo de Lee que se espalhará em desordem e caos durante o período de seu mandato, o que é, obviamente, perigoso”.

Celebrações em Seul depois de Yoon OUSTER

Para aqueles que ficaram horrorizados em Declaração de Lei Marcial de Yoon No ano passado, no entanto, na sexta -feira foi um momento de se divertir com a decisão do tribunal e a resiliência da democracia sul -coreana.

“Embora todo o país tenha testemunhado os eventos de 3 de dezembro, demorou muito tempo para chegar a uma decisão sobre impeachment”, disse Hyobin Lee, professor da Universidade de Sogang em Seul.

As emoções estão no alto da Coréia do Sul sobre o destino do Presidente Yoon

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“Eu não podia ficar em casa esta manhã, então assisti ao anúncio com meus amigos no centro de Seul”, disse ela à DW. “No momento em que ouvimos que ele foi impeachment, ficamos tão impressionados com a alegria que gritamos e choramos juntos. Eu simplesmente não posso conter minha felicidade”.

O fato de a decisão dos juízes ter sido unânime e descobriu que as ações de Yoon violaram a Constituição por motivos substantivos e processuais é profundamente significativa, acrescentou.

“Muitas pessoas assumem que, independentemente de quem lidera o país, a vida dos cidadãos comuns permanece inalterada”, disse ela. “No entanto, testemunhar a implementação da lei marcial sob o presidente Yoon provavelmente mudou muitas dessas percepções”.

“Claramente, a qualidade da vida das pessoas comuns varia muito, dependendo de sua liderança e acredito que essa decisão é um marco importante que fortalece a democracia coreana”, acrescentou Lee.

Leif-Eric Easley, professor de estudos internacionais da Universidade Ewha Womans, em Seul, adverte que os desafios estão por vir, mas a perspectiva parece mais brilhante após a remoção de Yoon.

“Houve um senso palpável de fadiga nacional de postura política aparentemente interminável, especulação da mídia e manifestações públicas durante um processo legal mais do que o esperado”, disse ele.

Os riscos políticos relacionados à “polarização doméstica e instabilidade política permanecem”, acrescentou, enquanto os apoiadores obstinados de Yoon podem muito bem alegar que a democracia da Coréia do Sul “está em frangalhos”.

Uma eleição difícil aparece

Easley disse que a decisão unânime do Tribunal é um sinal de que as instituições do governo resistiram a “uma mistura volátil de obstrução legislativa e excesso de executivo que representou o maior desafio à democracia em uma geração”.

É provável que as eleições sejam ferozmente lutadas e controversas, ele acredita.

“Agora começa uma campanha eleitoral presidencial compactada que se estenderá, se não rasgar, o tecido social do país”, disse Easley.

“Mas Coréia do Sul conseguiu evitar os piores resultados e pode ver a luz no final de uma longa crise política. E não um momento muito cedo, dado como o próximo governo em Seul deve navegar pelas ameaças militares da Coréia do Norte, pressão diplomática da China e (presidente dos EUA, Donald) Tarifas comerciais de Trump “.

Editado por: Wesley Rahn



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O aplicativo de vídeo chinês recebe outro contrato de arrendamento de vida – DW – 04/04/2025

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O aplicativo de vídeo chinês recebe outro contrato de arrendamento de vida - DW - 04/04/2025

Tiktok Já deveria ser fechado nos Estados Unidos, de acordo com a lei.

No ano passado, o governo Biden exigiu que as operações dos EUA do aplicativo de vídeo chinês fossem vendidas ou enfrentassem uma proibição nacional sobre questões de segurança nacional.

Os legisladores estavam preocupados com o que a empresa lida com dados do usuário baseados nos EUA e possível manipulação do governo chinês.

A idéia de forçar o bytedance, seu proprietário chinês, a vender para um proprietário não chineso aprovado recebeu um muito apoio do Congresso bipartidário e foi assinado em lei por Joe Biden em abril passado.

O Lei Federal alvos “Aplicativos controlados por adversários estrangeiros” e menciona especificamente Tiktok e Bytedance. Essa definição significa que não mais de 20% da empresa pode pertencer a indivíduos ou empresas em um país listado como um “adversário estrangeiro” – um título que os EUA concederam à China.

A Suprema Corte dos EUA defende a proibição de Tiktok

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A lei deu à empresa até 19 de janeiro de 2025, para vender seus negócios com sede nos EUA e foi confirmado pela Suprema Corte. O prazo foi um dia antes Donald Trump’s segunda inauguração.

O prazo de contagem regressiva de Tiktok

À medida que o prazo de janeiro se aproximava, o aplicativo foi desligado brevementemas voltou depois que Trump assinou uma ordem executiva Para dar mais tempo para negociações de venda. Não Retorne às lojas de aplicativos até fevereiro.

O novo prazo de venda foi 5 de abril. Mas apenas um dia antes, na sexta -feira, 4 de abril, Trump empurrou o prazo novamente, permitindo mais 75 dias para encontrar uma solução.

“Meu governo tem trabalhado muito duro para salvar Tiktok, e fizemos um tremendo progresso”, disse o presidente em sua plataforma de mídia social Truth Social na sexta -feira.

Até agora, a empresa ainda está em mãos chinesas. Os funcionários de Pequim são publicamente contra uma venda e deixaram claro que o algoritmo proprietário da empresa é uma tecnologia que não pode deixar a China. Não está claro se eles reconsideraram essa postura.

Em março, Trump disse a repórteres que os EUA estavam negociando com compradores interessados.

“Estamos lidando com quatro grupos diferentes. E muitas pessoas querem, e depende de mim”, disse ele, sem dizer quem eram ou dando detalhes.

Mais recentemente, o presidente se reuniu com funcionários da Casa Branca para discutir uma venda e disse que um plano seria anunciado antes do último prazo. Esta é uma enorme reversão para Trump, que estava disposto a fechar o Tiktok em 2020, mas foi bloqueado pelos tribunais federais.

Quem realmente é dono do Tiktok agora?

Tiktok é uma subsidiária da Bytedance privada. De acordo com os números publicados pela Tiktok, aproximadamente 60% da bytedance pertence aos investidores institucionais globais. Outros 20% pertencem ao fundador da empresa e 20% pelos funcionários da Bytedance.

Uma imagem em close do fundador do Tiktok, Zhang Yiming
Em um registro legal de 2020, o Departamento de Justiça dos EUA chamado Tiktok fundador Zhang Yiming um ‘bocal’ do Partido Comunista ChinêsImagem: Chinatopix/AP/Picture Alliance

Embora esses números não possam ser verificados, pois a empresa não é obrigada a divulgar relatórios oficiais, parece que grande parte da empresa já é de propriedade da China.

A empresa de comércio e tecnologia da Pensilvânia, Susquehanna International Group, é o maior investidor externo e agora possui 15% da empresa. Arthur Dantchik, um co-fundador da Susquehanna, está no conselho de bytedance de cinco membros.

Outros investidores externos atuais são a Sequoia Capital e o General Atlantic, ambos com sede nos EUA. William E. Ford, CEO da General Atlantic, também está no Conselho de Bytedance.

Quem está na fila para comprar Tiktok?

Os rumores voaram de possíveis pretendentes e ofertas de última hora para assumir os negócios dos EUA da Tiktok.

O nome Steven Mnuchin, ex -secretário do Tesouro de Trump, continua aparecendo. Como secretário do Tesouro, ele era uma líder de torcida para uma venda de tiktok em 2020. Alguns sugeriram que o governo dos EUA pode assumir parte da empresa.

Outros investidores em potencial são a Amazon, Microsoft, startup de inteligência artificial Perplexity AI, a empresa de capital de risco Andreesen Horowitz e um grupo liderado pelos bilionários empresários Frank McCourt.

A empresa de private equity Blackstone Group também foi mencionada. Seu CEO, Stephen Schwarzman, é um apoiante de Trump bem conectado e megadonor republicano.

Nós: O que os americanos pensam sobre a iminente proibição de tiktok?

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Talvez o candidato mais provável a dirigir uma aquisição seja o Oracle. A empresa já está envolvida com a Tiktok e mostrou interesse na empresa durante o primeiro mandato de Trump.

Desde 2020, o Oracle mantém os dados do usuário dos EUA em servidores domésticos. Desde o início deste ano, o papel da empresa cresceu para incluir mais medidas de segurança de dados para garantir a conformidade com os regulamentos dos EUA. Muitos assumem que a empresa manterá uma função de operação, no mínimo, se a empresa continuará operando nos EUA.

O que Trump quer da China?

É difícil Coloque um preço no Tiktok Como existem muitos fatores e desconhecidos no momento, especialmente se o algoritmo do aplicativo não fizer parte da venda.

Ainda assim, qualquer um dos investidores atuais pode aumentar suas apostas ou trabalhar com outras pessoas para combinar sua influência adicionando capital novo. Uma nova estrutura de propriedade com uma proporção maior de investidores dos EUA reduziria a participação de propriedade dos investidores chineses e evitaria uma venda completa.

No final, porém, será uma questão de preço, pressão do governo dos EUA e aceitação chinesa do acordo.

O presidente disse negociações tarifárias Pode fazer parte do acordo. Trump já atingiu as importações chinesas com Fuários tarifários totalizando 54%. Se a China deixar uma venda vá em frente, ele poderá reduzir tarifas ou retenha a implementação de mais altos.

Se uma venda não se unir nos próximos 75 dias, a proibição poderá entrar em vigor e Tiktok poderá escurecer para milhões de usuários dos EUA.

Editado por: Uwe Hessler

Nota do editor: Este artigo foi publicado originalmente em 2 de abril de 2025 e atualizado em 4 de abril de 2025, com informações sobre Donald Trump estendendo o prazo para a venda.



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O radical reformador de Trump será lançado? – DW – 04/04/2025

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O radical reformador de Trump será lançado? - DW - 04/04/2025

De acordo com NÓS Relatórios da mídia, Elon Musk -Empresário de tecnologia multibilionário, controversa figura pública e consultor governamental-está prestes a deixar o Departamento de Eficiência do Governo (DOGE) criado por Donald Trump. Diz -se que Trump já sugeriu sua retirada em uma reunião de gabinete, dizendo que Musk só desempenhar um “papel de apoio.

O Casa Branca contestou os relatóriosdizendo que nada foi oficialmente decidido. Musk descartou a especulação como “notícias falsas”.

Uma coisa que é certa é que o papel de Musk teve um prazo limitado desde o início. Como o chamado “funcionário do governo especial”, ele pode trabalhar para o governo por um máximo de 130 dias por ano sem estar sujeito a regras éticas mais rigorosas ou obrigações de transparência (por exemplo, fornecer divulgação detalhada de ativos e renda), desde que uma permissão de isenção obtida anteriormente permita isso.

Não há referência pública a essa aprovação até o momento. Enquanto isso, é provável que Musk atinja o prazo de emprego para consultores especiais até o início de junho de 2025, o mais tardar.

Portanto, provavelmente é uma questão de tempo até que ele saia oficialmente de Doge, pois as pesquisas sugerem que Musk está se tornando uma figura cada vez mais controversa nos EUA. Foi recentemente sugerido que um maioria das pessoas rejeitar o dele Curso de reforma radical.

Elon Musk, vestindo um chapéu vermelho, olha como o presidente dos EUA, Donald Trump, organiza uma reunião de gabinete na sala do gabinete da Casa Branca em 24 de março de 2025
Musk também aparece em reuniões de gabinete na Casa BrancaImagem: Brendan Smialowski/AFP

Musk tem laços estreitos com Trump – mas as tensões estão aumentando?

Nos bastidores do tiro mútuo, se fala de descontentamento. Vozes críticas no Partido Republicano se tornaram recentemente mais altas. Secretário de Estado Marco Rubio e o ex-conselheiro Steve Bannon acusam Musk de autopromoção e tendo um estilo egocêntrico.

Mas alguns analistas são duvidosos sobre qualquer brechas profundas entre Trump e Musk.

“Ocasionalmente, Musk enfrentou ventos contrários de Trump; ele foi avisado para agir com mais cautela”, disse Sascha Lohmann do Instituto Alemão de Assuntos Internacionais e de Segurança (SWP) em Berlim à DW. “Mas ambos sempre concordaram com a direção fundamental do esforço para desmontar o estado administrativo por meios radicais muito além dos limites constitucionais”.

Qual foi o objetivo do projeto de reforma radical Doge?

A criação de Doge foi a resposta de Trump à sua promessa eleitoral de “drenar o pântano em Washington”. Em Musk, ele ganhou um aliado cuja abordagem empreendedora prometia reformas radicais.

E o empresário de tecnologia não perdeu tempo na implementação de suas medidas drásticas: mais de 20.000 empregos nas agências federais foram retiradas, enquanto outros 75.000 funcionários receberam pacotes de redundância voluntária. As fusões estruturais, por exemplo, entre o Serviço Postal dos EUA e o Departamento de Comércio, estão em andamento.

O exemplo mais espetacular de reforma radical até o momento é o fim da USAIDA Agência Governamental para Ajuda Internacional de Desenvolvimento.

Um trabalhador em um guindaste remove as letras do prédio da Agência dos Estados Unidos para Aid International (USAID) em fevereiro de 2025
O desligamento da USAID afeta os projetos de desenvolvimento em todo o mundoImagem: Mark Alfred/Zuma Press Wire/Picture Alliance

Ao mesmo tempo, processos administrativos importantes foram digitalizados, incluindo os arquivos de pensão na Pensilvânia e as folhas de pagamento de mais de 270.000 funcionários federais em um projeto altamente simbólico, mas também controverso.

O Departamento de Eficiência do Governo alega ter economizado mais de 100 bilhões de dólares. No entanto, as auditorias independentes ainda estão pendentes e os relatórios de mídia já descobriram discrepâncias nos números oficiais.

Embora o procedimento tenha sido eficiente e rápido, também era arriscado, pois “os órgãos de controle tradicionais foram sistematicamente ignorados”, de acordo com o analista dos EUA Lohmann.

O envolvimento político de Musk assombra ações da Tesla

Além de seu papel como consultor do governo, Musk também tem sido ativo como um importante doador político desde o 2024 Eleição presidencial. Recentemente, ele apoiou o candidato republicano à Suprema Corte em Wisconsin com 20 milhões de dólares – em última análise, sem sucesso, como o Democratas foram capazes de mobilizar os eleitores referenciando Musk.

E seu envolvimento político também teve Um alto custo para o próprio Musk. A Tesla registrou uma queda de 13% nas vendas no primeiro trimestre. O fato de as ações da Tesla se recuperarem significativamente imediatamente após os relatos da partida iminente de Musk mostra o quanto seu papel no governo se tornou para seu trabalho como CEO.

A política de Elon Musk é culpada como tanque de vendas da Tesla?

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Doge sem almíscar – e almíscar sem doge?

Donald Trump enfatizou repetidamente que Doge continuará a existir sem almíscar. Ele subestimou a importância de Musk e apontou que as agências e departamentos do governo são os próprios responsáveis ​​por fazer economias.

Resta ver o que Musk planeja fazer após sua possível saída da política. Ele provavelmente começará concentrando -se mais em suas empresas novamente. No entanto, alguns vêem uma continuação de sua carreira política como uma possibilidade também. Sascha Lohmann, do SWP, disse que Musk pode permanecer politicamente ativo, pois sabe como se mover “com habilidade entre as expectativas conservadoras libertárias e nacionais”.

Com seu papel como reformador disruptivo, Elon Musk deixou sua marca na política dos EUA em apenas algumas semanas. Ele abalou instituições do estado central e polarizou o debate político. Musk e suas doações têm sido fontes valiosas de apoio a Trump. Mas estão aumentando os sinais de que sua aliança pode se tornar um passivo político para o presidente a longo prazo.

Este artigo foi adaptado do alemão.



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