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No Dia Nacional do Doador de Sangue, veja a importância de um simples ato capaz de salvar vidas

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Juliana Queiroz

Considerado um ato altruísta e de extrema importância para a sociedade, a doação de sangue salva vidas e promove a saúde coletiva. Cada doação pode ajudar a salvar até quatro pessoas, uma vez que o sangue doado é separado em diferentes componentes (como hemácias, plaquetas e plasma), que atendem a diversas necessidades médicas, como cirurgias, acidentes, tratamentos de doenças como o câncer e anemias graves.

No Dia Nacional do Doador de Sangue, veja a importância de um simples ato capaz de salvar vidas. Foto: Felipe Freire/Secom

Em situações de emergência, como acidentes ou desastres naturais, a disponibilidade de sangue nos bancos é essencial para atender vítimas de forma rápida e eficaz. Pessoas que enfrentam condições como leucemia, hemofilia ou que necessitam de transfusões regulares dependem de doadores para sobreviver.

Cada doação pode ajudar a salvar até quatro pessoas. Foto: Felipe Freire/Secom

No Brasil, a doação é destacada no dia 25 de novembro, e vem com a finalidade de homenagear pessoas praticamente anônimas, que salvam vidas diariamente, pelo importante ato de solidariedade de doar sangue, além de conscientizar a população sobre a importância de um ato considerado heroico.

A doação é destacada no dia 25 de novembro, com a finalidade de homenagear pessoas praticamente anônimas. Foto: Felipe Freire/Secom

O governo do Estado, por meio do Centro de Hematologia e Hemoterapia do Acre (Hemoacre), vem atuando por meio de ações para intensificar a captação de doadores na busca de desenvolver atividades com empresas e instituições parceiras, onde busca conscientizar a população sobre a importância da doação de sangue.

“Nossas ações buscam conscientizar a população e também a manter o nosso estoque adequado”, explica a responsável do setor de captação, Ana Carolina Ramos. Foto: Felipe Freire/Secom

“Nossa atuação também ocorre por meio das coletas externas com a nossa unidade móvel. Dessa forma, conseguimos estar mais próximos aos doadores e também atingir pessoas que nunca realizaram uma doação de sangue. Essas duas atividades buscam conscientizar a população e também manter o nosso estoque adequado”, explica a responsável do setor de captação, Ana Carolina Ramos.

“Nosso pedido para a população é que seja doadora ativa”, gerente de assistência Junior Martins. Foto: Felipe Freire/Secom

O gerente de assistência Júnior Martins comenta que a data reverencia o doador, sendo este a peça fundamental na unidade, mas faz um alerta à sociedade para que as doações não sejam apenas por campanha, mas que o ato solidário seja da rotina do doador. “Nosso pedido para a população é que seja doadora ativa. Assim, estaremos salvando mais vidas. Que vocês possam vir fazer a doação em nossa unidade. Serão todos bem recebidos ao fazer parte da nossa casa de doação. A doação de sangue é um ato de cidadania e solidariedade”, disse.

Momento da triagem hematológica. Foto: Felipe Freire/Secom

Ao chegar no Hemoacre, primeiramente o doador vai até a recepção e realiza o cadastro. Depois vai para a triagem hematológica, onde faz um exame, pesa e verifica a altura. Em seguida, passa pela triagem clínica, onde a enfermeira realiza perguntas com o intuito de verificar se o possível doador está apto para a doação. Sendo apto a doar, faz um lanche antes e depois vai para a coleta realizar a doação. Após a doação, volta para a copa para fazer mais um lanche (sendo estes fornecidos pelo Hemoacre) e depois está liberado.

Após a doação volta para a copa para fazer mais um lanche (sendo estes fornecidos pelo Hemoacre) e depois está liberado. Foto: Felipe Freire/Secom

Depoimentos

“A primeira vez que fui doador foi no quartel. Depois, eu continuei doando. Mas de um tempo para o outro, foi mais por necessidade. No caso, quando um amigo, parente, alguém precisa, eu venho. Faz tempo que venho aqui. É um atendimento muito bom, não demora muito. Já chegou a demorar mais, agora não. Tem pessoas necessitando, precisando de uma atitude nossa. Muitas vezes, a gente deixa de vir doar por comodismo. Então, a mensagem que eu deixo é essa: a doação salva vidas”, disse Wendell Nascimento, 42, autônomo, doador há mais de 20 anos.

“A mensagem que eu deixo é essa: a doação salva vidas”.  Wendell Nascimento, 42, autônomo, doador há mais de 20 anos. Foto: Felipe Freire/Secom

“Estou aqui hoje por conta do meu tio, que está precisando, mas além disso, tem outras pessoas que precisam também. E isso é um ato de bondade, de coração. Muitas vezes tem outras pessoas que necessitam. Um ato bem simples, e a gente pode salvar uma vida. Não tenha medo, não dói, é bem rápido”, destacou Tatiele Sotero Figueiredo.

Não tenha medo, não dói, é bem rápido”, Tatiele Sotero Figueiredo, do lar, e segunda vez que doa sangue. Foto: Felipe Freire/Secom

“Doar sangue é uma questão de responsabilidade, de pensar no amor ao próximo. Quantas vidas já foram salvas, quantas pessoas já necessitaram. Hoje a gente está doando sangue, amanhã a gente pode precisar ou até mesmo ser um familiar nosso. Geralmente, aquilo que não conhecemos pode gerar medo, mas a verdade é que isso aqui é uma forma de a gente manifestar ainda mais o amor, e que o medo, na verdade, seja lançado fora, que você realmente tenha essa coragem de ser alguém que vai tornar uma pessoa vencedora, porque com a doação você tirar a pessoa da morte para a vida. Eu vejo que você se torna mais vencedor e a pessoa também, ao receber. Então, lance fora todo o medo, deixa a coragem prevalecer e você vai ser um herói”, disse o doador Jakson Almeida.

O Hemoacre se encontra com a média diária de 29 doações, porém o ideal seria entre 50 e 60. Foto: Felipe Freire/Secom

Carolina afirma, ainda, que no período que antecede as festas de fim de ano, férias em janeiro e carnaval o número de doações diminui. Neste momento o Hemoacre potencializa o chamamento e reforça as ações de conscientização. Neste mês de novembro o Hemoacre se encontra com a média diária de 29 doações, porém o ideal seria entre 50 e 60.

“Aproveito para convidar as pessoas para virem doar sangue, lembrando que não fechamos nos feriados e ponto facultativo. Estamos aguardando todas as pessoas que queiram fazer essa doação, esse gesto de solidariedade. Uma bolsa pode salvar até quatro vidas. Então, é muito importante essa contribuição”, encerrou Carolina.

O Hemoacre funciona de segunda a sábado, das 7h às 18h, para coleta de doação de sangue e também para cadastro de medula óssea. Mas o que é preciso para ser um doador de sangue? As orientações são:

– Ter entre 16 e 69 anos;

– Pesar mais de 50 kg;

– Estar bem de saúde;

– Ter dormido 6 horas na noite anterior;

– Não ingerir bebidas alcoólicas 12 horas antes;

– Evitar alimentos gordurosos 4 horas antes;

– Não estar em jejum;

– Portar documento original com foto;

– Menores de 18 anos devem estar acompanhados do responsável legal.

 

 

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OCA Virtual completa dois anos com mais de 110 mil atendimentos e se consolida como referência em inclusão e acessibilidade digital no Acre

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Ludymila Maia

Considerada um dos grandes avanços no processo de transformação digital do serviço público acreano, a OCA Virtual se consolidou como ferramenta essencial para garantir cidadania, acessibilidade e comodidade à população. Na última quinta-feira, 3, a plataforma completou dois anos de funcionamento, somando mais de 110 mil atendimentos realizados.

Mais de 130 serviços são oferecidos pela plataforma virtual. Foto: Ana Luiza Pedroza/OCA

Implantada pela Organização em Centros de Atendimento (OCA), a OCA Virtual foi criada com o propósito de facilitar o acesso do cidadão aos serviços públicos do Estado do Acre por meio da internet, tornando-se um verdadeiro exemplo de inovação, eficiência e inclusão no atendimento ao público.

Disponível por meio do Portal de Serviços do governo do Estado, a plataforma OCA Virtual funciona de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 13h30, com atendimento por videochamada, chat call center e redes sociais, garantindo acessibilidade e comodidade a quem precisa resolver demandas sem sair de casa. Em média, são realizados quatro mil atendimentos por mês, com cerca de 207 diários, alcançando usuários em todos os municípios do estado e até fora do país.

Central Virtual oferece serviços personalizados. Foto: Arquivo/OCA

Além da praticidade, a OCA Virtual se destaca por oferecer atendimento em Língua Brasileira de Sinais (Libras), garantindo que a comunidade surda também possa acessar os serviços públicos com autonomia. A equipe da plataforma passou por formações específicas, reafirmando o papel da OCA como espaço de acolhimento e diversidade.

Para a diretora da unidade, Fran Brito, o sucesso obtido representa um novo momento para a administração pública estadual. “A OCA Virtual nasce de uma necessidade de facilitar o acesso do cidadão às informações e serviços oferecidos de forma mais prática e tecnológica. Hoje, é uma realidade consolidada: temos uma equipe qualificada, serviços com linguagem acessível e atendimento em Libras, o que reforça o nosso compromisso com a inclusão e a cidadania digital”, afirma.

Plataforma pode ser acessada de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 13h30. Foto: Ana Luiza Pedroza/OCA

A supervisora da OCA Virtual, Babi Rodrigues, reforça que o trabalho vai muito além da tela. “A gente trabalha com empatia e escuta ativa. Cada atendimento é uma oportunidade de orientar, acolher e garantir o direito do cidadão. Nesses dois anos, aprendemos muito, crescemos junto com a população”, diz.

O reconhecimento do público pode ser percebido nos depoimentos de quem utiliza o serviço. Atualmente morando em Londres, o acreano Leandro Silva conta que precisou emitir a 2ª via do CPF e conseguiu atendimento completo pela OCA Virtual, mesmo a milhares de quilômetros de casa.

“Eu não imaginava que teria esse tipo de suporte morando fora do Brasil. Entrei no site, acessei a OCA Virtual e fui atendido por chat com muita atenção e respeito. Resolveram minha demanda rapidamente. Foi como se eu estivesse sendo atendido presencialmente em Rio Branco”, relatou.

OCA Virtual desempenha papel relevante na rotina da população acreana. Foto: Ludymila Maia/OCA

A OCA Virtual oferece mais de 140 serviços, como agendamentos, orientações ao consumidor, emissão de documentos, informações sobre carteira de trabalho digital e seguro-desemprego, entre outros, de forma segura e com o mesmo padrão de excelência que já é marca registrada da OCA.

Para acessar a plataforma, basta entrar no link https://oca.virtual.ac.gov.br/. O futuro do serviço público já começou e ele é digital, humanizado e para todos.




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Governo do Acre alinha com a União modernização de aeroportos regionais

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Gabriel Freire

O governo do Estado, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem, Infraestrutura Hidroviária e Aeroportuária do Acre (Deracre), se reuniu nesta sexta-feira, 4, com a Secretaria Nacional de Aviação Civil, do Ministério de Portos e Aeroportos, para tratar do Programa de Modernização de Aeroportos Regionais. A presidente do Deracre, Sula Ximenes, participou do encontro virtual ao lado do diretor de Portos e Aeroportos, Sócrates Guimarães, e da engenheira Thaís Cabral. A reunião teve como objetivo alinhar o processo de formalização da transferência da gestão dos aeródromos de Tarauacá e Marechal Thaumaturgo.

Estado discute com governo federal gestão de aeródromos em Tarauacá e Marechal Thaumaturgo. Foto: Luy Andriel/Deracre

“Estamos trabalhando, seguindo determinação do governador Gladson Camelí, para garantir que os aeródromos de Tarauacá e Marechal Thaumaturgo recebam investimentos estruturantes. Essa parceria com o governo federal é essencial para melhorar a conectividade aérea e oferecer mais segurança e qualidade de vida para a população do interior do Acre”, afirmou a presidente do Deracre.

Na fase inicial do programa, 50 aeródromos localizados na Amazônia Legal e no Nordeste receberão atenção prioritária. A etapa contempla cidades com maior déficit de infraestrutura aeroportuária.

Reunião com Aviação Civil trata da adesão ao Programa AmpliAR. Foto: Luy Andriel/Deracre

Chamado de Programa AmpliAR, a iniciativa prevê que concessionárias assumam a gestão de aeroportos regionais, por meio de processos competitivos simplificados. Como contrapartida, terão acesso a mecanismos de reequilíbrio contratual, como a redução de outorgas ou a extensão de prazos.O principal objetivo é modernizar a infraestrutura aeroportuária, promovendo maior integração à malha aérea nacional e impulsionando o desenvolvimento socioeconômico.

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Governo e Prefeitura de Cruzeiro do Sul promovem caminhada de conscientização sobre autismo

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Aline Querolaine

Para marcar o encerramento da Semana de Conscientização do Autismo, o governo do Acre, a Prefeitura de Cruzeiro do Sul e diversos parceiros promoveram, na manhã desta sexta-feira, 4, uma caminhada alusiva ao Dia Mundial da Conscientização do Autismo, celebrado em 2 de abril. O evento reuniu famílias, profissionais da área da saúde e educação, além de membros da Associação de Pais e Amigos de Pessoas com Autismo (Apaa), que participaram ativamente das atividades organizadas ao longo da semana.

Crianças participam de caminhada em alusão à conscientização do TEA. Foto: Diego Silva/Secom

A programação especial teve como objetivo levar informação à população sobre o transtorno do espectro autista (TEA), promovendo mais inclusão, respeito e políticas públicas voltadas para essa parcela da sociedade.

O presidente da Apaa, Peter Rogers, destacou a importância de iniciativas como essa para dar visibilidade à causa. “A caminhada e todas as ações realizadas nesta semana foram fundamentais para sensibilizar a sociedade e reforçar a necessidade de políticas públicas eficazes. O autismo não é uma doença, mas uma condição que precisa ser compreendida, para que possamos garantir os direitos e a inclusão das pessoas com TEA”, afirmou.

Caminhada reuniu professores, pais e entidades públicas e privadas. Foto: Diego Silva/Secom

A professora Cibele Clemente, mãe de uma criança com autismo, compartilhou sua experiência e enfatizou os desafios enfrentados pelas famílias. “O diagnóstico precoce e o acesso a terapias especializadas são fundamentais para o desenvolvimento das crianças autistas. Muitas mães ainda encontram dificuldades em obter apoio e atendimento adequado. Por isso, ações como essa são tão importantes, pois trazem informação e ajudam a construir uma sociedade mais inclusiva”, ressaltou.

Caminhada encerrou programação especial sobre o TEA. Foto: Diego Silva/Secom

O que é o transtorno do espectro autista (TEA)?

O transtorno do espectro autista (TEA) é uma condição do neurodesenvolvimento caracterizada por desafios na comunicação, interação social e padrões de comportamento repetitivos ou restritos. A intensidade e as manifestações variam de pessoa para pessoa, tornando o espectro bastante amplo.

Caminhada visa conscientizar população sobre a causa. Foto: Diego Silva/Secom

Causas e prevalência

Embora não haja uma causa única definida, estudos indicam que fatores genéticos e ambientais podem influenciar o desenvolvimento do autismo. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que uma em cada cem crianças no mundo seja diagnosticada com TEA.

Sinais de alerta

Os primeiros sinais do autismo costumam aparecer nos primeiros anos de vida. Alguns indícios incluem:

  • Dificuldade na interação social, como falta de contato visual e resposta ao chamado pelo nome;
  • Atraso ou ausência de fala e comunicação não verbal limitada;
  • Interesse intenso e fixo por determinados objetos ou temas;
  • Movimentos repetitivos, como balançar as mãos ou alinhar brinquedos de maneira obsessiva;
  • Sensibilidade aumentada a estímulos sensoriais, como sons, luzes ou texturas.

Direitos da pessoa com autismo

No Brasil, a Lei nº 12.764/2012 instituiu a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista, garantindo o acesso a educação, saúde, trabalho e inclusão social. Além disso, pessoas com TEA têm direito a atendimento especializado no Sistema Único de Saúde (SUS), prioridade em filas e isenção de alguns tributos na aquisição de veículos.

A caminhada realizada em Cruzeiro do Sul mostra a necessidade de ampliar o debate e garantir que pessoas com autismo tenham seus direitos assegurados, promovendo uma sociedade mais acessível e inclusiva.

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