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O jantar na residência da Câmara para tratar da PE…

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O jantar na residência da Câmara para tratar da PE...

Marcela Rahal

Mudou para um jantar o encontro dos ministros Ricardo Lewandowski (Justiça e Segurança Pública) e Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais) com líderes da Câmara para apresentar a PEC da Segurança. A reunião que estava marcada para acontecer na manhã desta terça-feira, 8, na residência oficial do presidente Hugo Motta foi substituída para um evento mais tarde.

Uma das principais preocupações dos brasileiros, segundo pesquisas recentes, a proposta é a aposta do governo federal para a área da segurança. A ideia, uma espécie de SUS da segurança, pretende unificar as informações em um sistema único para facilitar as investigações e identificar as prioridades na área.

Em entrevista ao Amarelas On Air, o secretário da Segurança Nacional, Mario Sarrubbo, afirmou que o projeto é o passo inicial de uma reforma estruturante para que o combate à criminalidade avance. A PEC sofria resistência de governadores por temerem a falta de autonomia das polícias estaduais, no entanto, o texto foi mudado para atender a essa demanda. A expectativa agora é conseguir aprová-la no Congresso Nacional.



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POLÍTICA

As três falhas do ato de Bolsonaro pela anistia

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As três falhas do ato de Bolsonaro pela anistia

Matheus Leitão

O ato a favor de anistia aos golpistas do 8 de janeiro falhou não só ao arregimentar menos do que havia planejado Jair Bolsonaro – 45 mil pessoas quando de esperava meio milhão – e no inglês macarrônico do ex-presidente.

A pressão pela urgência do projeto na Câmara dos Deputados, principal objetivo do ato deste domingo, 6, foi por água a baixo. Hugo Motta, presidente da Casa, foi categórico ao dizer que o parlamento não é um lugar de tema único.

A ideia de tentar tirar da cadeia os bolsonaristas que destruíram a praça dos três poderes pedindo “intervenção militar” pode demorar mais do que previam a cúpula do bolsonarismo – o grupo politico que quer mesmo o perdão para o líder da extrema-direita.

Silas Malafaia, o pastor que transforma púlpito em palanque, e Sóstenes Cavalcante, seu fiel escudeiro na Câmara, fizeram de tudo para pressionar Motta com o microfone na mão e a claque na outra. Mas nada conseguiram. Ponto para o novo presidente da Câmara, que ainda não cedeu às pressões.



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Bolsonaro na Paulista: o circo e os micos

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Bolsonaro na Paulista: o circo e os micos

rprangel2004@gmail.com (Ricardo Rangel)

Bolsonaro fez um comício na Avenida Paulista para pedir anistia para os condenados pelo 8 de janeiro e, principalmente, para si mesmo. Conseguiu reunir cerca de 50 mil pessoas, duas vezes e meia o que obteve na Avenida Atlântica há três semanas.

O circo foi o de sempre. Bolsonaro elogiou a si mesmo; xingou Lula, a esquerda, o Supremo (e, acima de tudo, claro, Alexandre de Moraes); choramingou suas misérias; negou fatos indiscutíveis; insistiu que será candidato 2026 (apesar de isso ser impossível).

Micos, houve novos.

Em dado momento, Bolsonaro discursou em um idioma desconhecido, aparentado com o inglês, no qual se reconheciam palavras como pipoca e sorvete. Deu saudades do macarrônico inglês falado por Dilma Rousseff e José Sarney.

Bolsonaro também nos revelou que seu filho Eduardo Bolsonaro, além do inglês, fala também espanhol e árabe. Conhecendo-se a qualidade do inglês que Bananinha “fala”, pode-se imaginar a proficiência com que domina as demais.

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Eduardo, que já declarou que estaria disposto a se “sacrificar” para concorrer à Presidência da República caso fosse essa a vontade do pai, não compareceu ao comício, por sinal. Por motivo ignorado, preferiu fugir para os EUA. Descobriu-se que o suposto candidato era na verdade putativo.

Silas Malafaia, que sempre xinga, além dos de sempre, alguém novo, chamou os generais brasileiros de “frouxos, covardes e omissos” e alardeou que o presidente da Câmara, Hugo Motta — que até agora não pautou o projeto da anistia — “está envergonhando o honrado povo da Paraíba”.

Sergio Moro, que nunca perde uma chance de enxovalhar um pouco mais a própria biografia, não desperdiçou a chance do domingo: foi lá bajular seu antigo chefe, posterior desafeto e atual sabe-se-lá-o-quê.

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Foi também uma penca de governadores, inclusive os quatro principais candidatos a candidatos a presidente da direita: Tarcísio de Freitas, Ronaldo Caiado, Ratinho Jr. e Romeu Zema. Tiraram fotografia juntos, abraçados “em defesa da anistia”. A temporada de puxa-saquismo ao ex-presidente continua aberta, e o mico mais constrangedor foi a presença de Caiado, várias vezes hostilizado por Bolsonaro.

Com ou sem micos, o comício foi bem sucedido e tirou a má (ou boa, dependendo do observador) impressão deixada pelo fracasso em Copacabana. Bolsonaro ainda é um líder fortíssimo, e ninguém que queira se candidato a presidente pode prescindir de seu apoio. O que, aliás, explica vários dos micos.

Mais importante é a lição que fica para os democratas e para o Supremo.

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Bolsonaro continua forte e perigoso, mantém grande capacidade de dano à democracia.

Já passou da hora de parar de dar bons argumentos para que ele alimente sua narrativa.

(Por Ricardo Rangel em 07/04/2025)



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O novo número do governo que anima Lula para 2026

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O novo número do governo que anima Lula para 2026

Matheus Leitão

 

O Ministério das Cidades acredita que vai chegar agora a 3 milhões de unidades habitacionais contratadas (quando as obras já estão em andamento) para o Minha Casa Minha Vida até o fim do governo em 2026. 

A meta inicial era de 2 milhões, mas diante do rápido andamento de algumas medidas, incluindo a menor taxa de juros da contratação para o Norte e o Nordeste e a condição especial para o Rio Grande do Sul, atendendo pessoas que perderam as casas nas enchentes, ela foi ampliada.

Com a nova faixa criada para a classe média, que ganha entre R$ 8 e R$ 12 mil, o presidente Lula acredita que pode mudar o humor em relação ao seu governo, atingido fortemente após a inflação de alimentos. 

Em 2023, foram financiadas 490 mil casas habitacionais. Já em 2024 605 mil, e o ministério estima a mesma ordem de grandeza para 2025 e 2026. Somando isso, o número era de 2 milhões e 300 mil unidades habitacionais financiadas via FGTS

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Mas a nova faixa para a classe média terá 120 mil em 2025, repetindo esse número no ano que vem, somando então 2 milhões e 540 mil. Mas de onde vem a diferença? Da faixa 1 e 2, que é subsidiado, com dinheiro da União. No total, o governo vai financiar um total de 500 mil unidades. Por isso, as 3 milhões de casas. 



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