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Pelo menos 58 morrem no colapso do telhado do clube – DW – 04/08/2025

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Pelo menos 58 morrem no colapso do telhado do clube - DW - 04/08/2025

Pelo menos 58 pessoas morreram e 160 outras foram feridas no República DominicanaA capital da terça -feira, após um colapso do telhado em uma boate icônica durante um concerto de merengue com a presença de VIPs.

As equipes estavam na terça-feira em busca de potenciais sobreviventes sob os escombros na boate Jet Set de um andar em Santo Domingo.

O que os socorristas disseram

“Presumimos que muitos deles ainda estejam vivos, e é por isso que as autoridades aqui não desistirão até que nem uma única pessoa permaneça sob esses escombros”, disse Juan Manuel Méndez, diretor do Centro de Operações de Emergência.

Entre as vítimas estava Nelsy Cruz, governador do noroeste de Montechristi, assim como o ex -jogador da Major League Baseball Dotel.

O legislador Bray Vargas e o cantor de Merengue Rubby Perez, que estava se apresentando no local quando o colapso aconteceu, ficaram feridos.

“Foi repentino. Eu pensei que era um terremoto, então me joguei no chão e cobri minha cabeça”, disse Enrique Paulino, gerente do cantor.

“Um de nossos saxofonistas está morto, tentamos chegar à área onde Rubby estava, mas havia muitos detritos lá”, disse ele.

A mídia local disse que havia entre 500 e 1.000 pessoas no clube quando o desastre aconteceu.

‘O principal objetivo é salvar vidas’

O presidente dominicano, Luis Abinader, postou na plataforma de mídia social X que todas as agências de resgate estão “trabalhando incansavelmente” para ajudar as pessoas afetadas.

“Lamentamos profundamente a tragédia que ocorreu na boate Jet Set. Estamos acompanhando o incidente minuto a minuto desde que ocorreu”, escreveu ele.

“Todas as agências de socorro prestaram a assistência necessária e estão trabalhando incansavelmente nos esforços de resgate. Nossas orações estão com as famílias afetadas”.

Abinader visitou a cena e abraçou pessoas procurando amigos e familiares, alguns com lágrimas escorrendo pelo rosto. Ele não falou com repórteres.

“O principal objetivo é salvar vidas … somos profundamente afetados”, disse ele em sua chegada.

Editado por: Louis Oelofse



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Formatura de 500 idosos no EJA: o sorriso deles na festa é pura inspiração; vídeo

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Com. a capoeira, este projeto social do Rio de Janeiro, melhora significativamente a vida de quem tem Parkinson, resgatando o equilíbrio e a autoestima. - Foto: @parkinsonnaginga

Que emoção! A formatura dos 520 idosos no EJA do PI, chamado Alfabetiza Piauí, foi a coisa mais linda. Os depoimentos sobre resgate da dignidade e do sonho de aprender a ler e escrever mostram muito sobre essas pessoas simples, que no passado não puderam estudar. Conquista para eles e inspiração para quem acompanha pelas redes sociais.

Aos 86 anos, Maria de Lourdes da Costa foi a primeira da família a voltar para escola, obrigada a abandonar ainda criança. Animada, a idosa também levou o filho Pedro, de 63 anos, para a sala de aula e os dois também se formaram na grande festa em Teresina.

“Quem diria que eu estaria aqui, me formando com minha mãe? A gente pensava que era tarde demais, mas estava errado. Agora, vamos continuar estudando juntos”, contou Pedro, emocionado.

Ajuda para estudar

A oradora Maria de Fátima Araújo, de 71 anos, emocionou a todos, quando disse que “aprender a ler e escrever” é muito muito mais do que parece porque todos ali vão multiplicar os saberes e estimular mais pessoas a fazer o mesmo.

O programa, além de alfabetizar, dispõe de acompanhamento pedagógico, transporte, alimentação e bolsa de R$ 800. Esse valor é pago em três etapas: matrícula, frequência e participação nas avaliações.

Em 2022, a taxa de analfabetismo no Piauí era de 17,23%, a mais elevada do país, seguida por Alagoas e pela Paraíba. Para o governo do estado, o programa é prioridade para “quitar uma dívida histórica com gerações”, como costuma repetir o governador Rafael Fonteles, segundo a Secretaria de Educação do Piauí.

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Formatura com muita festa e alegria

A festa de formatura comemorou a vitória dos 520 estudantes do Programa Alfabetiza Piauí, vindos de 33 municípios do estado. Os depoimentos dos formandos são a coisa mais linda.

“Aprendemos a ler e, agora, um livro inteiro cabe dentro de nós”, disse Maria de Fátima Araújo, de 71 anos, oradora da turma, que emocionou a plateia.

Dona Maria de Lourdes da Costa, de 86 anos, vestida com a beca de formanda e um sorriso largo no rosto, era pura alegria. “Uma criancinha com 15 anos se formando”, brincou.

Ela disse que reencontrou o prazer na vida ao aprender a ler e escrever. E afirmou que é muito mais do que realizar um sonho, é seguir adiante, avançar.

No Brasil, cerca de 9,3 milhões de brasileiros ainda são analfabetos, o equivalente a 7% da população.

A festa de formatura de 520 idosos no EJA do Piauí, foi a coisa mais linda. O sorriso e as lágrimas nos olhos disseram muito sobre a conquista. - Foto: Secretaria de Educação PI A festa de formatura de 520 idosos no EJA do Piauí, foi a coisa mais linda. O sorriso e as lágrimas nos olhos disseram muito sobre a conquista. – Foto: Secretaria de Educação PI  “Aprendemos a ler e, agora, um livro inteiro cabe dentro de nós”, disse Maria de Fátima Araújo, de 71 anos, oradora da turma, que emociona a plateia. Foto: Gov. PI “Aprendemos a ler e, agora, um livro inteiro cabe dentro de nós”, disse Maria de Fátima Araújo, de 71 anos, oradora da turma, que emociona a plateia. Foto: Gov. PI

Emoção pura, mas muito orgulho e inspiração também, veja:



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Cachorrinho desaparecido há 5 anos é encontrado e volta para casa; viajou 480km

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O casal Caleb e Ruchala, dos EUA, adotam 3 crianças, uma com Down e duas com problemas médicos complexos, após o filho biológico deles precisar de cirurgia cardíaca ainda bebê. - Foto: News Channel 5

Imagina a alegria da família. Esse cachorrinho, que ficou desaparecido por 5 anos, foi encontrado a 480km de distância e voltou para casa tanto tempo depois. Kingston sumiu depois de um furacão no Mississipi, nos EUA, em 2020.

Debbie LaFleur, a tutora, jamais perdeu a esperança de ter amigo canino de volta e o sexto sentido dela estava certo. Na semana passada, ela estava em casa quando recebeu um e-mail do serviço de rastreamento GPS PetLink, informando que Kingston foi localizado.

Emocionada, ela dirigiu quase 500 quilômetros para buscar o Yorkshire. “Ele faz parte da nossa vida. É nosso bebê”, disse Debbie.

São, salvo e bem-cuidado

A localização do cachorrinho só foi possível, graças à organização não governamental Kappa Sigma. Segundo a entidade, ele foi encontrado nas redondezas da ONG e lá ficou, até perceberem que e tinha um chip e acharem a família.

Kingston, agora com 11 anos, está muito bem, contou Debbie à People.

“Eu simplesmente disse: ‘Kingston, venha para a mamãe’, e ele saiu correndo, o que fez meu coração disparar ainda mais. Foi maravilhoso, maravilhoso vê-lo.”

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Susto, sofrimento e buscas

Após o furação em 2020, Debbie, a família e os amigos fizeram buscas por toda cidade atrás do cachorrinho, todas sem sucesso. Usaram as redes sociais, promoveram campanhas, mas nada.

Segundo a tutora, foi um longo período de sofrimento, mas sem jamais perder a esperança.

Agora, Kingston retornou à família e tem um novo irmão — um Shih Tzu, de 3 anos, o Cooper.

“Sinto como se tivesse recuperado um pedaço do meu marido”, disse Debbie sobre o marido Joseph, que amava o cachorrinho, e morreu em 2022.

O cachorrinho percorreu 480 quilômetros, mas agora cinco anos depois, volta para a casa. Foto: Pèople/Getty O cachorrinho percorreu 480 quilômetros, mas agora cinco anos depois, volta para a casa. Foto: Pèople/Getty



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Parkinson: capoeira devolve equilíbrio e autoestima a pacientes, mostra agência da Alemanha; vídeo

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O menino Enzo, de 4 anos, conseguiu 2 doadores de medula e fará o transplante para reverter o avanço da doença rara que levou a irmãzinha dele, em Minas Gerais. - Foto: Record Minas/Jornal de Varginha

Enquanto cientistas buscam a cura para o Parkinson, que só no Brasil, atinge cerca de 200 mil pessoas, no Rio de Janeiro, a capoeira tem ajudado homens e mulheres com a doença a resgatar o equilíbrio e a autoestima. Uma alternativa divertida e saudável para atenuar parte dos sintomas.

E o projeto “Parkinson na Ginga”, criado em 2017, ganhou mais força nos últimos meses. O sucesso é tanto que a DW, uma agência de notícias importante da Alemanha, fez uma reportagem especial sobre os impactos dessa prática da luta – popularizada pelos escravos no Brasil colônia – na vida de quem tem essa doença ainda incurável.

“Ela me deu vida nova”, disse Antônio Azevedo, que por anos não conseguia se levantar sozinho. “Você sente que está um vivo morto”, afirmou.

Além fronteiras, a capoeira vai

Absolutamente encantada com o projeto social, a emissora alemã fez uma linda reportagem sobre a evolução das pessoas que têm a doença e que, a partir da prática da capoeira, conseguiram voltar a ter equilíbrio e autoestima.

Na reportagem, a repórter afirma que a capoeira foi uma espécie de cura. E para a dona Nilma Teles, de 80 anos, foi mesmo. Ela disse que vivia com medo de se machucar:

“Eu não tinha equilíbrio. Eu caminhava, eu caía, do nada”. “Essas atividades, esses movimentos me fazem voar. Apesar dos 80 anos aqui estou caminhando. Eu continuo jovem”, conta Nilma.

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Parkinson na Ginga

A fisioterapeuta e capoeirista Rosimeire Peixoto de Souza é a responsável pelo “Parkinson na Ginga”.

Ela conta que o projeto é destinado a quem teve o diagnóstico precoce, antes dos 40 anos, e para quem convive com Parkinson acima dos 60.

Rosi afirma que a capoeira potencializa a melhora da marcha e cognição com seus exercícios aeróbicos, música e ritmo.

“A capoeira vai muito além da luta. É ritmo, conexão e, principalmente, qualidade de vida”, afirmou a fisioterapeuta, apaixonada por capoeira.

“Para quem convive com o Parkinson, os movimentos da capoeira ajudam na coordenação, no equilíbrio e na confiança, mostrando que o corpo pode continuar em movimento, sempre”, acrescenta a especialista.

Veja como funciona:

Por ser uma prática que envolve vários movimentos aeróbicos, música e ritmo estimula sentidos e percepções, melhorando gradualmente, os sintomas do Parkinson, explica a fisioterapeuta Rosi Peixoto. Foto: @parkinsonnaginga Por ser uma prática que envolve vários movimentos aeróbicos, música e ritmo estimula sentidos e percepções, melhorando gradualmente, os sintomas do Parkinson, explica a fisioterapeuta Rosi Peixoto. Foto: @parkinsonnaginga

Assista ao vídeo de uma aula das pessoas com Parkinson na capoeira:

A  Deutsche Welle, da Alemanha, fez uma reportagem especial sobre os benefícios da capoeira no tratamento do Parkinson:

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