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Por que deputados vão sondar ministros do STF sobr…

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Por que deputados vão sondar ministros do STF sobr...

Nicholas Shores

Com o clima de suspense na Câmara sobre quanto apoio existe de fato à anistia para os envolvidos no 8 de Janeiro, um grupo de deputados a se dividiu para consultar ministros do STF sobre a possibilidade de rever as penas de parte dos condenados.

A ideia desses parlamentares é evitar uma crise institucional entre o Legislativo e o Judiciário – cenário que poderia se configurar com uma eventual aprovação do projeto da anistia que impusesse a reversão de condenações já decididas pelo Supremo.

A hipótese de revisão de penas como meio-termo entre o atual rigor das sentenças e a anistia “ampla, geral e irrestrita” – como quer Jair Bolsonaro – foi levantada pelo ministro Luiz Fux no julgamento que tornou o ex-presidente réu por tentativa de golpe de Estado.

Durante seu voto, Fux disse que revisaria a pena de 14 anos de prisão pela qual Alexandre de Moraes havia votado para Débora Rodrigues dos Santos, bolsonarista que vandalizou com um batom a estátua A Justiça, que fica em frente à sede da Corte.

Dois dias depois, na sexta-feira, Moraes seguiu pedido da PGR e decidiu substituir a prisão preventiva de Débora pela prisão domiciliar.

O grupo de deputados preocupados com a repercussão do recebimento, pelo STF, da denúncia contra Bolsonaro e mais sete pessoas por tentativa de golpe sobre o andamento do projeto da anistia calcula que a revisão de penas de casos semelhantes ao de Débora poderia ajudar a distensionar o clima na Câmara.



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O alerta de líderes do Senado a Lula sobre eleitor…

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O alerta de líderes do Senado a Lula sobre eleitor...

Nicholas Shores

Na conversa com Lula na residência oficial de Davi Alcolumbre, lideranças governistas do Senado fizeram coro para alertar o presidente da República sobre a necessidade de se esforçar mais para atrair o apoio de evangélicos.

Parte do bate-papo reservado passou por esboçar estratégias para a campanha à reeleição do petista, cujos índices de aprovação seguem, hoje, uma tendência de baixa, despertando preocupações entre aliados sobre como recuperar a popularidade de Lula.

Eliziane Gama (PSD-MA) e Carlos Viana (Podemos-MG), ambos evangélicos, colocaram-se à disposição para levar líderes de igrejas neopentecostais para encontros de aproximação com o presidente.

Lula, por sua vez, comprometeu-se a abrir mais espaço na agenda para visitas desse tipo.

Participaram do encontro nesta quarta-feira à noite:

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  • a ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), Gleisi Hoffmann;
  • o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP);
  • o presidente da Comissão de Constituição e Justiça, Otto Alencar (PSD-BA);
  • o presidente da Comissão de Assuntos Econômicos, Renan Calheiros (MDB-AL);
  • o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA);
  • o líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (PT-AP);
  • o líder do PT, Rogério Carvalho (SE);
  • o líder do MDB, Eduardo Braga (AM);
  • o líder do União Brasil, Efraim Filho (PB);
  • o líder do PSB, Cid Gomes (CE);
  • o líder do PDT, Weverton Rocha (MA);
  • o líder do Podemos, Carlos Viana (MG);
  • o líder da maioria, Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB);
  • a líder do bloco parlamentar PSD-PSB, Eliziane Gama (PSD-MA);
  • e a líder da bancada feminina, Leila Barros (PDT-DF).

 



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Por que Lula ressurgiu diferente, e pronto para a…

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Por que Lula ressurgiu diferente, e pronto para a...

Matheus Leitão

Lula voltou. 

No evento em que fez um balanço das ações do governo, exaltou a atuação de sua terceira gestão e prometeu retrucar com “medidas cabíveis” à metralhadora tarifária de Donald Trump, o presidente leu o discurso sem improviso.

Seguiu o script. Quase o tempo todo, o que evitou qualquer problema de comunicação.

Com entonação certa e pinta de candidato em 2026 contra filhotes do bolsonarismo, Lula aproveitou até para mandar um recado à extrema direita. Afirmou que não bate continência a outra bandeira. 

É a estratégia de manter a polarização contra Bolsonaro, mesmo ele estando inelegível, sendo réu por tentativa de golpe e cada vez mais próximo da prisão.

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O mais importante, contudo, foi a sinalização de Lula à classe média em meio à queda de popularidade. Como a coluna já mostrou, o presidente tem um plano para reconquistar o terreno perdido.

Nesta quinta, 3, o líder petista colocou o cardápio à mostra e falou não só de projetos com cheiro de naftalina. Tentou mostrar à classe média que o governo entende a alta na inflação dos alimentos e está voltando o holofote de benesses para eles.

O presidente citou en passant a isenção do Imposto de Renda até R$ 5 mil, vendeu o financiamento do Minha Casa Minha Vida para os brasileiros que ganham até R$ 8 mil e apontou também para a TV 3.0 de última geração. 

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 Lula ressurgiu diferente. Parecia empoderado por dados da nova pesquisa Quaest que mostram que, mesmo com muitos brasileiros acreditando que ele não deve concorrer à reeleição, votam no petista em um eventual segundo turno.

É que um número razoável daqueles que reprovam o governo ainda votam em Lula em eventual segundo turno contra qualquer candidato da direita. 

Na política, é fundamental ter perspectiva de futuro. Foi o que Lula demonstrou hoje. Ponto para Sidônio Palmeira, o novo chefe da comunicação do governo. 



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Em voto único, STF aprova Plano de Redução da Leta…

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Em voto único, STF aprova Plano de Redução da Leta...

Valentina Rocha

O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou, nesta quinta-feira, 03, por decisão unânime, um conjunto de medidas estruturais voltadas ao combate à letalidade policial nas operações em favelas no Rio de Janeiro e concluiu o julgamento da chamada ADPF das Favelas.

O tribunal afirmou que houve avanços importantes obtidos com a redução da letalidade policial, mas reconheceu uma parcial omissão do estado. O ministro Luís Roberto Barroso determinou o uso de câmeras em uniformes da Polícia Militar e anunciou que, em até 180 dias, o Estado do Rio de Janeiro deve comprovar a instalação de câmeras também em viaturas, com regulamentação clara e abrangência sobre todas as ações ostensivas e operações policiais.

Foi estabelecida também a necessidade de que o estado promova um plano de reocupação territorial de áreas dominadas por organizações criminosas.

“A atuação da polícia em geral, particularmente do Estado do Rio de Janeiro, deverá ser tão ampla quanto o necessário para a segurança pública da população, mas deve respeitar o uso proporcional da força e o respeito aos direitos fundamentais em toda a extensão do estado, seja nos bairros mais afluentes, seja nas comunidades pobres, seja nas periferias”, disse Barroso, e completou que a constituição assegura os direitos fundamentais a todos os brasileiros e, portanto, abrange todos independentemente de condição social, etnia, raça ou local onde vivam. 



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