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Presidente da Alerj e vice-governador do Rio se ap…

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Presidente da Alerj e vice-governador do Rio se ap...

Lucas Mathias

Peça-chave para destravar o xadrez eleitoral do Rio em 2026, o vice-governador, Thiago Pampolha (MDB), tem se aproximado do presidente da Assembleia Legislativa fluminense, Rodrigo Bacellar (União). Os dois são cotados para concorrer ao Palácio Guanabara no ano que vem, quando o atual governador, Cláudio Castro (PL), vai encerrar seu segundo mandato. 

Antes afastados — e por um tempo, até desafetos — Pampolha e Bacellar se reuniram ao menos três vezes nas últimas semanas. Em sintonia, ambos acreditam que o consenso é o melhor caminho para decidir quem será o candidato à direita para o Governo do Rio em 2026. Fontes ligadas ao parlamentar afirmam que ele tem trabalhado por um alinhamento independentemente do nome, e que vai “frustrar os que apostam em uma briga entre os dois”. O escolhido, naturalmente, concorrerá com o apoio da máquina fluminense e terá como provável adversário o prefeito do Rio, Eduardo Paes (PSD).

A disputa está aberta porque Castro deverá deixar a cadeira de governador seis meses antes da eleição, em 2026, para se candidatar ao Legislativo. A prioridade é que ele concorra ao Senado, embora a Câmara também seja uma opção. Com isso, Pampolha assumiria o governo do Rio e, com a máquina nas mãos, poderia se candidatar à reeleição. O desejo de fazer isso, inclusive, tem sido reforçado constantemente pelo vice-governador, que tem o respaldo da cúpula do seu partido. 

Poderoso no estado, Bacellar, por outro lado, já teve o apoio antecipado por Cláudio Castro para ser seu sucessor. O próprio presidente da Alerj, no entanto, tem evitado tratar sobre o assunto publicamente, em meio a esse quebra cabeça. A interlocutores, afirma que só topa concorrer se estiver sentado na cadeira do governador no momento da eleição. 

Diante da aproximação do parlamentar com Pampolha, contudo, há a expectativa de que o cenário se resolva nos próximos meses — para um, ou para outro. Além da candidatura, está na mesa também uma cadeira no cobiçado Tribunal de Contas do Estado do Rio, posto valorizado tanto pelo alto salário, quanto pela segurança da vaga.



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Os novos presidentes da Frente Parlamentar pelo Li…

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Os novos presidentes da Frente Parlamentar pelo Li...

Nicholas Shores

A deputada federal Carol De Toni (PL-SC) e o senador Carlos Portinho (PL-RJ) vão tomar posse na próxima terça-feira como presidentes da Frente Parlamentar pelo Livre Mercado (FPLM) na Câmara e no Senado para o biênio 2025-2026.

A solenidade acontecerá durante o lançamento da “Casa da Liberdade”, um novo espaço de diálogo entre o parlamento e o setor produtivo, e promete ser um dos eventos políticos mais relevantes do ano, reunindo líderes de diversos segmentos da sociedade brasileira.

Segundo a organização do evento, confirmaram presença:

  • o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB);
  • o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP);
  • o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil);
  • o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo);
  • a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP);
  • e o ministro Ives Gandra Martins Filho, do Tribunal Superior do Trabalho (TST).

Também devem comparecer CEOs, executivos e representantes de alto escalão de grandes empresas e diversos setores produtivos nacionais.

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A FPLM conta em seus quadros com 179 deputados e 27 senadores, “todos comprometidos com a pauta da liberdade econômica” e a “promoção de um ambiente de negócios mais livre, competitivo e dinâmico”.

Nos últimos anos, as principais pautas da frente parlamentar foram evitar o aumento “disfarçado” de impostos na reforma tributária, barrar tentativas de proibir cigarros eletrônicos e lutar contra a chamada “taxação das blusinhas”.



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Duas surpreendentes boas notícias e um alerta para Lula

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Duas surpreendentes boas notícias e um alerta para Lula

Matheus Leitão

No fim das contas, o Brasil não viveu a pior situação nesta guerra comercial trumpista. Afinal vai pagar 10% de tarifas extras, o que significa que pagará menos do que nosos competidores em vários produtos. Esse é a primeira constatação ao analisar a metralhadora tarifária de Donald Trump contra o mundo.

Existem outras. 

A principal delas é que a diplomacia vai continuar trabalhando para negociar a melhora da situação brasileira.

Ocorre que nada disso muda o fato de que a guerra tarifária do presidente dos Estados Unidos pode provocar uma ruína na economia global. Sim, a palavra ruina foi usada nesta quinta, 3, pela revista The Economist e pode atingir o governo Lula em cheio.

Quando os Estados unidos fizeram um grande tarifaço para “proteger a economia americana” há quase 100 anos o que aconteceu? Aumentou o tempo da grande depressão.

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Ou os economistas estão todos errados e Trump está certo, ou tudo isso vai provocar inflação e estagnação. 

Enquanto isso, o bolsonarismo, digamos que o satélite mais importante do trumpismo na América Latina, não sabe o que fazer. 

O próprio Bolsonaro continua defendendo Trump enquanto bolsonaristas no Congresso se unem a petistas para aprovar a lei da reciprocidade. 

No meio disso, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, principal nome para substituir Bolsonaro em 2026, não sabe onde guardar aquele enfadado boné.

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Com popularidade em baixa, Lula abre nova estratég…

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Com popularidade em baixa, Lula abre nova estratég...

Marcela Rahal

O presidente Lula divulga nesta quinta-feira, 3, um balanço das ações do governo federal no evento ‘volta por cima’. A iniciativa é uma estratégia para tentar reverter o atual cenário de baixa popularidade. Ontem, uma pesquisa feita pela Quaest mostrou que a desaprovação do presidente chegou a 56% – o pior índice desde o início do mandato.

O programa Ponto de Vista vai analisar o anúncio do governo federal. O cientista político Carlos Alberto Almeida participa como convidado. O programa, apresentado por Marcela Rahal, também vai repercutir os impactos do ‘tarifaço’ anunciado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, com o ex-ministro da Fazenda Maílson da Nóbrega e o colunista Matheus Leitão.

Lembrando que você pode participar mandando sua pergunta nas nossas redes sociais ou pelo chat.

A entrevista é transmitida simultaneamente no YouTube e na home de VEJA, e para os inscritos no canal de VEJA no WhatsApp.

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