POLÍTICA
Sidônio aposta em evento para 2 mil pessoas por ‘v…

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Gustavo Maia
O Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília, vai receber um grande evento do governo Lula na manhã desta quinta-feira, batizado de “O Brasil dando a volta por cima”.
A expectativa do Palácio do Planalto é que cerca de 2.000 pessoas compareçam ao local para assistir ao balanço dos dois primeiros anos deste terceiro mandato do petista, entre elas todos os ministros, os chefes dos demais Poderes, congressistas e representantes da sociedade civil.
Nesta quarta-feira, petistas como o presidente interino do partido, Humberto Costa, convocaram os companheiros e companheiras para o “grande encontro” com Lula, marcado para começar às 10h, “para celebrar as conquistas do Governo Federal, que estão transformando a vida do povo brasileiro”.
O presidente deverá ser o único a discursar. Segundo o governo, Lula também vai apresentar entregas previstas para 2025 e 2026.O evento deverá ser conduzido por um mestre de cerimônias e será permeado por depoimentos de brasileiros beneficiados por ações do governo.
A solenidade foi idealizada pleo ministro Sidônio Palmeira, atual chefe da Secom, que foi marqueteiro da campanha de Lula em 2022. Segundo a pasta, a “intenção é dar transparência às entregas do Governo Federal nos dois primeiros anos de mandato”.
“Ao longo de 2023 e 2024, o Governo Federal se dedicou à reconstrução de políticas que, além de recuperar a economia, alcançaram resultados importantes na redução da fome e da pobreza, no acesso ao trabalho e em áreas como educação, saúde, infraestrutura e relações exteriores”, diz o Planalto.
A Secom divulgou nesta quarta alguns dos destaques da primeira metade da gestão de Lula, como o retorno do Brasil ao top 10 das economias do mundo — com aumentos de PIB de 3,2% e 3,4% nos dois primeiros anos do governo, respectivamente, e a “situação de quase pleno emprego” no país.
Veja a seguir outros pontos elencados pela Secom:
- Mais de 340 mercados foram abertos ao agronegócio
- O presidente teve reuniões com líderes de 67 países
- O Bolsa Família beneficia mais de 20 milhões de lares todo mês
- O Mais Médicos dobrou, tendo agora mais de 26.000 profissionais atuando em cerca 4.500 municípios
- Os 41 itens do programa Farmácia Popular passaram a ser oferecidos gratuitamente
- Recorde de cirurgias eletivas no SUS, com mais de 14 milhões de procedimentos em 2024
- Criação do programa Pé-de-Meia, do Ministério da Educação, que beneficia 4 milhões de jovens
- Indústria cresceu 3,3% em 2024, gerando 200.000 empregos no ano
- O Novo PAC tem investimentos que superam 1,8 trilhõa de reais
- O programa Minha Casa, Minha Vida contratou mais de 1,2 milhão de moradias em dois anos.
- Governo federal já isentou do Imposto de Renda 10 milhões de pessoas com renda de até dois salários mínimos e propôs aumentar o valor mínimo para 5.000 reais
- O Brasil teve um recorde de 6,7 milhões de turistas estrangeiros em 2024
- A Amazônia atingiu a menor taxa de desmatamento da década em 2024, com a maior redução em 10 anos
- Mais de 3 bilhões de reais foram capitados por meio da Lei Rouanet
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O alerta de líderes do Senado a Lula sobre eleitor…

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3 de abril de 2025
Nicholas Shores
Na conversa com Lula na residência oficial de Davi Alcolumbre, lideranças governistas do Senado fizeram coro para alertar o presidente da República sobre a necessidade de se esforçar mais para atrair o apoio de evangélicos.
Parte do bate-papo reservado passou por esboçar estratégias para a campanha à reeleição do petista, cujos índices de aprovação seguem, hoje, uma tendência de baixa, despertando preocupações entre aliados sobre como recuperar a popularidade de Lula.
Eliziane Gama (PSD-MA) e Carlos Viana (Podemos-MG), ambos evangélicos, colocaram-se à disposição para levar líderes de igrejas neopentecostais para encontros de aproximação com o presidente.
Lula, por sua vez, comprometeu-se a abrir mais espaço na agenda para visitas desse tipo.
Participaram do encontro nesta quarta-feira à noite:
- a ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), Gleisi Hoffmann;
- o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP);
- o presidente da Comissão de Constituição e Justiça, Otto Alencar (PSD-BA);
- o presidente da Comissão de Assuntos Econômicos, Renan Calheiros (MDB-AL);
- o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA);
- o líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (PT-AP);
- o líder do PT, Rogério Carvalho (SE);
- o líder do MDB, Eduardo Braga (AM);
- o líder do União Brasil, Efraim Filho (PB);
- o líder do PSB, Cid Gomes (CE);
- o líder do PDT, Weverton Rocha (MA);
- o líder do Podemos, Carlos Viana (MG);
- o líder da maioria, Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB);
- a líder do bloco parlamentar PSD-PSB, Eliziane Gama (PSD-MA);
- e a líder da bancada feminina, Leila Barros (PDT-DF).
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Por que Lula ressurgiu diferente, e pronto para a…

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3 de abril de 2025
Matheus Leitão
Lula voltou.
No evento em que fez um balanço das ações do governo, exaltou a atuação de sua terceira gestão e prometeu retrucar com “medidas cabíveis” à metralhadora tarifária de Donald Trump, o presidente leu o discurso sem improviso.
Seguiu o script. Quase o tempo todo, o que evitou qualquer problema de comunicação.
Com entonação certa e pinta de candidato em 2026 contra filhotes do bolsonarismo, Lula aproveitou até para mandar um recado à extrema direita. Afirmou que não bate continência a outra bandeira.
É a estratégia de manter a polarização contra Bolsonaro, mesmo ele estando inelegível, sendo réu por tentativa de golpe e cada vez mais próximo da prisão.
O mais importante, contudo, foi a sinalização de Lula à classe média em meio à queda de popularidade. Como a coluna já mostrou, o presidente tem um plano para reconquistar o terreno perdido.
Nesta quinta, 3, o líder petista colocou o cardápio à mostra e falou não só de projetos com cheiro de naftalina. Tentou mostrar à classe média que o governo entende a alta na inflação dos alimentos e está voltando o holofote de benesses para eles.
O presidente citou en passant a isenção do Imposto de Renda até R$ 5 mil, vendeu o financiamento do Minha Casa Minha Vida para os brasileiros que ganham até R$ 8 mil e apontou também para a TV 3.0 de última geração.
Lula ressurgiu diferente. Parecia empoderado por dados da nova pesquisa Quaest que mostram que, mesmo com muitos brasileiros acreditando que ele não deve concorrer à reeleição, votam no petista em um eventual segundo turno.
É que um número razoável daqueles que reprovam o governo ainda votam em Lula em eventual segundo turno contra qualquer candidato da direita.
Na política, é fundamental ter perspectiva de futuro. Foi o que Lula demonstrou hoje. Ponto para Sidônio Palmeira, o novo chefe da comunicação do governo.
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Em voto único, STF aprova Plano de Redução da Leta…

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3 de abril de 2025
Valentina Rocha
O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou, nesta quinta-feira, 03, por decisão unânime, um conjunto de medidas estruturais voltadas ao combate à letalidade policial nas operações em favelas no Rio de Janeiro e concluiu o julgamento da chamada ADPF das Favelas.
O tribunal afirmou que houve avanços importantes obtidos com a redução da letalidade policial, mas reconheceu uma parcial omissão do estado. O ministro Luís Roberto Barroso determinou o uso de câmeras em uniformes da Polícia Militar e anunciou que, em até 180 dias, o Estado do Rio de Janeiro deve comprovar a instalação de câmeras também em viaturas, com regulamentação clara e abrangência sobre todas as ações ostensivas e operações policiais.
Foi estabelecida também a necessidade de que o estado promova um plano de reocupação territorial de áreas dominadas por organizações criminosas.
“A atuação da polícia em geral, particularmente do Estado do Rio de Janeiro, deverá ser tão ampla quanto o necessário para a segurança pública da população, mas deve respeitar o uso proporcional da força e o respeito aos direitos fundamentais em toda a extensão do estado, seja nos bairros mais afluentes, seja nas comunidades pobres, seja nas periferias”, disse Barroso, e completou que a constituição assegura os direitos fundamentais a todos os brasileiros e, portanto, abrange todos independentemente de condição social, etnia, raça ou local onde vivam.
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